Em Alta NotíciasAcontecimentos internacionaisFutebolConflitosPolítica

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Documentário sobre Lucy Letby revela primeira dúvida dos médicos que a acusaram

Documentário da Netflix revela a primeira dúvida pública de médico sobre a condenação de Lucy Letby, questionando a validade das evidências

Imagem do autor
Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
The Netflix documentary, The Investigation of Lucy Letby, is released on Wednesday.
0:00
Carregando...
0:00
  • O documentário da Netflix The Investigation Of Lucy Letby revela a primeira admissão de dúvida de médicos que a acusaram, incluindo críticas de que pesquisas foram usadas de forma inadequada.
  • Lucy Letby foi condenada a quinze penas de prisão perpéta, por ter assassinado sete bebês e tentado matar outros entre maio de 2015 e junho de 2016.
  • O filme mostra que as evidências usadas pela polícia e pelo Ministério Público podem ter sido contestadas por especialistas, entre eles o neonatologista Dr Shoo Lee.
  • A produção teve acesso exclusivo à polícia de Cheshire, incluindo imagens de prisões de Letby em casa dos pais, o que gerou críticas pela privacidade.
  • No documentário, o médico do hospital de Chester, Dr John Gibbs, diz ter ficado com dúvidas sobre se houve erro judiciário, uma das primeiras admitir publicamente entre médicos ligados ao caso.

Lucy Letby, condenada a 15 prisões perpétuas, é tema de um documentário da Netflix que revisita as evidências do caso e aponta questionamentos possíveis sobre erro judiciário. A obra teve acesso exclusivo à polícia de Cheshire e retrata parte do que ocorreu entre 2015 e 2016 no Countess of Chester Hospital.

O filme The Investigation Of Lucy Letby revela que, após a condenação, médicos especialistas de destaque questionaram as provas usadas para levar às acusações. O neonatologista canadense Shoo Lee afirma que sua pesquisa foi utilizada de forma inadequada no processo.

A produção registra ainda a história de Dr. Dewi Evans, médico aposentado que, desde o início, defendia diagnósticos não apoiados pelas autópsias e por análises externas. Det Det Sup Paul Hughes comenta como o caso ganhou a dimensão de uma possível violência contra bebês.

No documentário, Evans detalha como, em 2017, passou a atuar na investigação após ler notícias sobre a apuração. O material expõe divergências entre avaliações de especialistas e a linha da acusação, sem apresentar novas evidências conclusivas.

Entre as cenas, surgem relatos de advogados, familiares e médicos que criticam a abordagem policial. O material aponta que a polícia utilizou horários de plantão e registros de comunicação para sustentar a tese de irregularidades na prática de Letby.

O filme também mostra imagens de Letby durante prisões e entrevistas, com foco na narrativa de defesa. A família da enfermeira e a defesa ressaltam que as notas pessoais apresentadas como confissões não refletem um acordo com aconselhamento.

Dr John Gibbs, doutor consultor do hospital, expressa dúvidas sobre a possibilidade de erro judicial, dizendo sentir culpa por possíveis falhas no diagnóstico. A produção destaca que a dúvida pública entre profissionais não implica confirmação de inocência ou culpa definitiva.

A Netflix não divulgou conclusão final do documentário, que chega às telas em meio a debates sobre a condução do caso. O longa pretende oferecer novas perspectivas sobre as evidências, debates médicos e decisões judiciais envolvidas.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais