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Ex-prefeito de Cubatão é denunciado por estupro contra servidora em festa

Ex-prefeito de Cubatão é denunciado por estupro envolvendo servidora durante aniversário em bar; caso tramita em segredo de Justiça

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Ex-prefeito de Cubatão nega as acusações
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  • O Ministério Público de São Paulo denunciou Ademário Silva Oliveira, ex-prefeito de Cubatão, por estupro contra uma ex-servidora da prefeitura ocorrida em outubro de 2020, durante uma festa em bar; o caso está em segredo de Justiça.
  • A denúncia descreve que, com força, ele levantou o vestido da vítima, tocou em seios, pernas e nádegas e a empurrou de volta para o banheiro, onde ela precisou se desvencilhar.
  • A acusação se sustenta em conversas gravadas entre a vítima e Ademário, incluindo reunião em gabinete em 2021 na qual ele ofereceu um cargo comissionado e chamou o ocorrido de “imprudência”.
  • A vítima pediu exoneração do cargo em junho de 2024; o ex-prefeito entregou o celular à polícia, mas perícia identificou que aplicativos haviam sido apagados; a defesa questiona a veracidade dos áudios.
  • Em uma segunda gravação, de agosto de 2022, Ademário questiona se a vítima espalhou boato sobre suposto envolvimento dele com outras servidoras; ela nega e reforça que o episódio central é o de outubro de 2020.

O Ministério Público de São Paulo denunciou o ex-prefeito de Cubatão, Ademário Silva Oliveira, por estupro contra uma ex-servidora da prefeitura. A denúncia aponta que o crime ocorreu em outubro de 2020, em um bar durante a comemoração de aniversário da vítima, quando Ademário era prefeito. A acusação sustenta que houve constrangimento e violência física durante o episódio.

A vítima, segundo a denúncia, era servidora de uma secretaria da prefeitura. Ela afirma ter sido empurrada de volta para o interior do banheiro após sair do feminino, e que o ex-prefeito usou força para a impor contato físico não consentido. O documento descreve toque em partes do corpo da vítima e o uso de força para manter a situação no local. O caso tramita em segredo de Justiça.

A denúncia se apoia em gravação de uma conversa entre Ademário e a vítima, registrada em junho de 2021, na qual o então chefe do Executivo discutiu a oferta de um cargo comissionado. Em relato da mulher, houve questionamento sobre o ocorrido no dia do aniversário. O ex-prefeito admite ter bebido, mas a defesa contesta a autenticidade e validade da prova, prometendo contestar nos autos.

Ainda segundo o MP, o ex-prefeito entregou o celular para perícia, mas apps de mensagens haviam sido apagados previamente. A defesa afirmou que irá discutir nos autos a veracidade do áudio e que não houve indício de indiciamento pela polícia. O escritório de advocacia que representa Ademário informou que o aparelho utilizado para gravar a conversa não foi apresentado à Justiça.

Em outra gravação, de agosto de 2022, Ademário questiona a vítima sobre boatos de envolvimento com outras servidoras, afirmação negada pela mulher. A conversa registra também o relato da vítima sobre o episódio de outubro de 2020. A defesa sustenta que a análise do conteúdo cabe ao Poder Judiciário e que o ex-prefeito mantém a posição de inocência.

O ex-prefeito presidiu Cubatão entre 2017 e 2024, em dois mandatos. A vítima pediu exoneração do cargo em junho de 2024. O Ministério Público formalizou a denúncia com base nas informações disponíveis, aguardando os trâmites legais e a decisão judicial sobre o caso.

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