- Documentos de arquivos de Jeffrey Epstein revelam como Ghislaine Maxwell, cúmplice dele, mantinha as vítimas sob controle.
- Maxwell foi condenada em 2021 por tráfico sexual de adolescentes e cumpre pena de 20 anos.
- Acusações incluídas nos papéis descrevem uma combinação de simpatia afetuosa e frieza calculista em relação às vítimas.
- Relatos citam Maxwell como responsável por orientar e pressionar as jovens, com exemplos de grooming e manipulação.
- Pessoas entrevistadas a respeito da época afirmaram que Maxwell era poderosa, com “lado sombrio” que as fazia se sentir mal e temerosas de retaliação.
Epstein investigado revelou novos relatos sobre Ghislaine Maxwell, ex-parceira de Epstein e acusada de facilitar abusos. Documentos de acusação mostram que Maxwell combinava uma abordagem aparentemente afável com um comportamento incisivo com as vítimas e pessoas ligadas ao círculo do empresário. Maxwell foi condenada, em 2021, por tráfico de menores e cumpre pena de 20 anos.
Os relatos incluídos nos arquivos apontam para uma dinâmica de grooming, com membros do grupo descreverem Maxwell como alguém que, inicialmente, parecia simpática, mas que revelava um lado frio ao longo do tempo. Algumas contas refletem depoimentos já apresentados em julgamento ou em ações civis contra Maxwell.
Relatos de manipulação e poder
Uma vítima afirmou que Maxwell tratava as meninas como irmãs, mantendo tom próximo e apelo infantil. Segundo notas de investigação, Maxwell minimizava as recusas quando Epstein pedia algo que a vítima não queria fazer. Em relatos, Maxwell era apontada como responsável por instruções sobre como agir e o que dizer frente às atividades abusivas.
Outra testemunha relatou que Maxwell demonstrava interesse pela vítima e, em momentos-chave, estimulava comportamentos que facilitavam o abuso. A acusação descreveu Maxwell como uma manipuladora que se apresentava de forma cativante, mas que, nas situações, deixava as vítimas mais vulneráveis.
Situação atual e desdobramentos
Os documentos evidenciam que Maxwell também discutiu, com Epstein, a possibilidade de ter um filho com uma terceira pessoa, sugerindo planejamento que envolvia terceiros. Relatos indicam que Maxwell já havia sido apresentada como figura central na coordenação de ações junto a Epstein.
Representantes de Maxwell não comentaram o material encaminhado. As informações permanecem sob análise, com foco em como as interações entre Maxwell e as vítimas se desenvolveram dentro do esquema criminoso envolvendo Epstein.
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