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Advogados de Epstein discutiram possibilidade de cooperação com promotores dias antes da morte

Advogados de Epstein discutem cooperação com procuradores, dias antes de sua morte na prisão

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Documents from an earlier Department of Justice release of files, seen on 2 January.
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  • Cerca de duas semanas antes da morte de Jeffrey Epstein, seus advogados se reuniram com o FBI e promotores federais de Manhattan em 29 de julho de 2019 para discutir a possível cooperação do réu e uma eventual resolução do caso.
  • Um documento da FBI, intitulado “Epstein Investigation Summary & Timeline”, descreve o encontro em termos gerais e a possibilidade de cooperação.
  • Outro documento, “Jeffrey Epstein Significant Case Notification”, acrescenta que a defesa não apresentou proposta específica nem indicou como seria a cooperação, apenas sugeriu contatar o SDNY caso Epstein aceitasse responsabilidade ou tivesse uma proposta.
  • Epstein foi preso em 6 de julho de 2019 por tráfico de menores e conspiração para traficá-las, e negou as acusações.
  • Ele foi encontrado inconsciente no dia 23 de julho de 2019, apareceu em audiência no dia 31 de julho e morreu em 10 de agosto de 2019, com a polícia atribuindo a morte a suicídio.

O que aconteceu: documentos recém-divulgados descrevem uma reunião entre advogados de Jeffrey Epstein e promotores federais de Manhattan, ocorrida menos de duas semanas antes da morte dele na prisão, na qual foi discutida a possibilidade de cooperação do réu e uma possível resolução do caso.

Quem está envolvido: Epstein, seus advogados de defesa, e autoridades do escritório do procurador federal do SDNY (South District of New York). Um dos relatos cita que a defesa não apresentou uma proposta específica nem indicou como poderia ocorrer a cooperação. Outros materiais mencionam a participação de funcionários do FBI.

Quando e onde aconteceu: a reunião ocorreu em 29 de julho de 2019, em meio a o que ocorreu em Nova York, onde Epstein estava detido. O caso envolve acusações de tráfico sexual de menores e conspiração, apresentadas pela acusação federal.

Por quê: as informações indicam que, na ocasião, havia a possibilidade de uma resolução do caso com base na cooperação de Epstein, embora os detalhes da eventual cooperação não tenham ficado claros. A motivação subjacente seria fechar o processo criminal existente.

Contexto adicional: Epstein foi preso em 6 de julho de 2019, acusado de tráfico sexual de menores e conspiração. O Ministério Público descreveu que ele, segundo a denúncia, abusou de dezenas de jovens entre 2002 e 2005, com a participação de funcionários e associados para manter uma rede de vítimas.

Desdobramentos recentes: em julho de 2019, poucos dias após a reunião, Epstein apareceu inconsciente em sua cela, em meio a relatos de lesões possivelmente autoinfligidas. Uma nova aparição em tribunal ocorreu em 31 de julho, após os acontecimentos. Em 10 de agosto, Epstein foi encontrado inconsciente novamente e morreu no hospital, com a causa declarada como suicídio.

Contexto histórico: o caso envolvendo Epstein já havia sido anteriormente objeto de um acordo com autoridades da Flórida, em 2008, que permitiu que ele evitasse acusações federais ao se declarar culpado de crimes de prostituição envolvendo menores em nível estadual. O acordo anterior gerou controvérsias sobre o tratamento do caso pelas autoridades federais. A divulgação recente de arquivos visa esclarecer a linha do tempo de decisões processuais e contatos entre defesa e promotores antes da morte.

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