- Um sul‑sudanês, Deng Chol Majek, foi condenado à prisão perpétua com pena mínima de 29 anos pelo assassinato de Rhiannon Whyte, 27 anos, numa estação de trem em outubro de 2024, após a vítima encerrar o turno e ele segui‑la.
- Majek, um requerente de asilo, esfaqueou Whyte 23 vezes na cabeça, peito e braço com uma chave de fenda; Whyte morreu no hospital três dias depois.
- O crime ocorreu em um hotel no centro da Inglaterra, onde Majek e outros migrantes estavam sendo alojados.
- O veredito foi proferido no Coventry Crown Court, com a presença de protestos de manifestantes anti‑imigração do lado de fora durante a leitura da sentença.
- O caso ocorre em meio a debates políticos sobre imigração no Reino Unido, com críticas a hotéis de acomodação de refugiados e planos para reduzir a prática até 2029.
Um homem sudanês foi condenado à prisão perpétua com um mínimo de 29 anos pela morte de uma trabalhadora de hotel que atuava em uma instalação de migrantes no centro da Inglaterra. Deng Chol Majek foi julgado pela vítima, Rhiannon Whyte, de 27 anos, assassinada após seguir a mulher até uma estação de trem em outubro de 2024.
Whyte trabalhava em um hotel que hospedava requerentes de asilo e migrantes na região central da Inglaterra. Majek a atacou com um alicate de ferramenta, desferindo 23 golpes na cabeça, peito e braço, e a morte ocorreu no hospital três dias depois. Majek foi declarado culpado em outubro e recebeu a sentença nesta sexta-feira no Coventry Crown Court.
O juiz Michael Soole descreveu o crime como “particularly vicious” e ressaltou a frieza do acusado em todos os aspectos do comportamento. Alguns manifestantes anti-imigração se reuniram do lado de fora do tribunal no dia da decisão.
Contexto e desdobramentos
Protestos envolvendo hotéis para asilados ganharam atenção após incidentes anteriores, incluídos casos de violência sexual envolvendo outros indivíduos em instalações de alojamento. A cobertura pública sobre esses casos alimenta debates sobre políticas de imigração.
Panorama político
O governo trabalhista tem enfatizado o endurecimento de políticas de imigração, com planos para interromper o alojamento em hotéis para asilados até 2029, conforme o processamento de casos. A atuação policial e o monitoramento de eventos ligados a refugiados e migrantes estão entre as ações consideradas pela administração.
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