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Justiça condena envolvidos na morte do advogado Luiz Fernando Pacheco

Justiça condena envolvidos pela morte do advogado Luiz Fernando Pacheco; penas de vinte e sete anos e dois meses e de vinte e três anos e quatro meses, em São Paulo

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
O advogado Luiz Fernando Pacheco (ao centro) morreu, na quinta-feira 2, em São Paulo. Créditos: Divulgação
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  • A Justiça de São Paulo condenou três acusados pela morte do advogado Luiz Fernando Pacheco, ocorrida em outubro do ano passado no bairro Higienópolis, em São Paulo.
  • Lucas Brás dos Santos foi condenado a 27 anos e dois meses de prisão, e Ana Paula Teixeira a 23 anos e quatro meses de prisão, pela agressão que causou a morte.
  • José Lucas Alves foi condenado a dois anos e quatro meses de prisão em regime aberto, com envolvimento no latrocínio registrado durante o crime.
  • O juiz Gustavo Celeste Ormenese, da 19ª Vara Criminal da Barra Funda, entendeu que a dupla agiu junto, assumindo o risco de morte ao usar violência contra o advogado.
  • A defesa pode recorrer da decisão ao Tribunal de Justiça de São Paulo.

A Justiça de São Paulo condenou os responsáveis pela morte do advogado Luiz Fernando Pacheco, ocorrida em outubro de 2024 no bairro Higienópolis, em São Paulo. A vítima era um criminalista de destaque e um dos fundadores do Grupo Prerrogativas.

Lucas Brás dos Santos foi condenado a 27 anos e dois meses de prisão, enquanto Ana Paula Teixeira recebeu 23 anos e quatro meses. Os dois foram considerados responsáveis pela agressão que levou à morte do advogado, segundo a decisão da 19ª vara Criminal da Barra Funda.

José Lucas Alves foi condenado a dois anos e quatro meses de prisão em regime aberto, por participação no caso. O juiz Gustavo Celeste Ormenese classificou que o casal assumiu o risco de morte ao empregar violência contra Pacheco durante o crime.

O crime ocorreu na madrugada, após Pacheco sair de um bar e resistir ao assalto. Ele foi empurrado, caiu e sofreu traumatismo craniano, não resistindo aos ferimentos. As imagens de segurança registraram o momento do crime, segundo a apuração policial.

Pacheco era reconhecido no meio jurídico por defender pautas de reforço institucional e integrava a equipe que criou o Grupo Prerrogativas. Também participou da defesa de José Genoino em julgamento no Supremo Tribunal Federal. A defesa pode recorrer da sentença.

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