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PF investiga Gabinete do Ódio do Master e alívio às eleições

PF abre inquérito sobre contratação de influenciadores para difamar instituições, apontando possível impacto nas eleições e responsabilização de financiadores

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Imagem: Amanda Perobelli - 18.nov.2025/Reuters
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  • A Polícia Federal abriu um inquérito para apurar a contratação de influenciadores que atacavam o Banco Central para beneficiar Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
  • Investigações de veículos de imprensa apontam pagamentos milionários a influenciadores com milhões de seguidores para difamar instituições, servidores públicos e jornalistas envolvidos nas investigações sobre as falcatruas associadas ao Master, conhecido como “Gabinete do Ódio do Master”.
  • A estratégia consistia em usar nomes do entretenimento para criar dúvidas sobre as investigações, em vez de abordar temas de economia política.
  • A Polícia Federal já verificou ligações entre Vorcaro e as gestoras Reag e Trustee DTVM, alvo da Operação Carbono Oculto, e pode identificar os financiadores dos influenciadores.
  • Há preocupação com o uso de inteligência artificial gerativa para produzir vídeos e áudios que reproduzem a realidade, o que pode confundir eleitores, segundo especialistas; a responsabilização de quem financiou e pagou também é mencionada como forma de tornar as eleições menos sombrias.

A Polícia Federal abriu hoje um inquérito para apurar a contratação de influenciadores que atacariam o Banco Central e favoreceriam Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A operação busca entender se houve pagamento a essas personalidades para difamar instituições e pessoas ligadas às investigações em curso.

Relatórios de veículos de imprensa indicam que influenciadores com milhões de seguidores teriam recebido somas expressivas para disseminar ataques a instituições, servidores públicos e jornalistas envolvidos nas apurações sobre o que é chamado de Gabinete do Ódio do Master.

Segundo as apurações, a estratégia seria promover dúvidas sobre as investigações envolvendo a liquidação do Banco Master, com enfoques voltados ao entretenimento em vez de temas de economia política. A PF investiga vínculos entre Vorcaro e gestoras financeiras citadas, como parte do inquérito.

A apuração também envolve o pagamento de influenciadores por meio de figuras ligadas ao setor financeiro, na tentativa de criar uma narrativa que desacreditaria investigações em andamento. Plateias diferentes teriam sido alcançadas por meio de vídeos e conteúdos audiovisuais.

As investigações acompanham desdobramentos e vínculos já citados pela imprensa, incluindo relações entre Vorcaro e entidades financeiras vinculadas a operações de fiscalização. A PF busca apurar quem financiou as campanhas de difamação e quem recebeu os recursos.

A operação Carbono Oculto é mencionada como paralelo, relacionada a investigações sobre lavagem de dinheiro no círculo da Faria Lima. A PF busca cruzar dados para identificar responsáveis pelos pagamentos a influenciadores, bem como quem recebeu os recursos.

Ao longo do processo, magistrados e autoridades devemavelmente acompanharão as investigações para esclarecer se houve pagamento indevido e qual foi o papel de cada parte envolvida. O objetivo é esclarecer os fatos com base em provas e documentos.

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