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Justiça torna ré torcedora do Avaí flagrada por ofensas racistas e xenofóbicas

Justiça de Santa Catarina tornou ré torcedora do Avaí por racismo e xenofobia contra torcedores do Remo; indenização mínima de 30 mil reais ao FRBL

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Em um vídeo é possível ver a torcedora do time catarinense gritando ofensas racistas. Foto: Redes Sociais/Reprodução
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  • A Justiça de Santa Catarina tornou ré uma torcedora do Avaí por racismo e xenofobia.
  • O caso ocorreu durante a partida contra o Remo pelo Campeonato Brasileiro, no Estádio da Ressacada, em Florianópolis, no ano passado.
  • Vídeos mostraram a torcedora proferindo frases discriminatórias direcionadas à torcida visitante, como “Olha tua cor” e “Vieram montados de jegue de lá pra cá”.
  • A 40ª Promotoria de Justiça afirmou que as palavras extrapolaram a rivalidade esportiva e configuraram discurso de ódio.
  • A ação prevê a indenização mínima de 30 mil reais por dano moral coletivo, a ser destinada ao Fundo para Reconstituição de Bens Lesados.

A Justiça de Santa Catarina tornou ré uma torcedora do Avaí acusada de racismo e xenofobia durante uma partida contra o Remo pelo Campeonato Brasileiro. O caso ocorreu no Estádio da Ressacada, em Florianópolis, no ano passado. A mulher foi flagrada em vídeos proferindo ofensas contra torcedores do Remo.

Conforme a 40ª Promotoria de Justiça da Comarca da Capital, as declarações teriam sido direcionadas ao setor da torcida visitante e contêm expressões discriminatórias sobre a cor de pele. As imagens circularam nas redes sociais gerando repercussão.

O Promotor de Justiça Jádel da Silva Júnior afirmou que os atos extrapolaram a rivalidade esportiva, configurando discurso de ódio que viola princípios constitucionais. A ação tramita com base em crimes de racismo e xenofobia.

Na esfera cível, a Justiça também fixou a possibilidade de indenização por dano moral coletivo. O montante mínimo solicitado é de 30 mil reais, a ser destinado ao Fundo para Reconstituição de Bens Lesados (FRBL).

Decisão e próximos passos

A defesa ainda pode apresentar recursos, enquanto a vítima coletiva busca reparação pelos danos causados ao público e à imagem do futebol catarinense. O processo segue sob sigilo quanto a detalhamentos da sentença final.

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