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Dino defende poder de um único ministro para decisões no STF

Dino defende decisões monocráticas pela eficiência e precedentes; Congresso avança com PEC para limitar esse poder e frear ativismo judicial

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
"É absolutamente normal que exista um grande número de decisões monocráticas no STF", afirmou Flávio Dino (Foto: Rosinei Coutinho/STF)
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  • O STF registrou, em 2025, 116.170 decisões, sendo 80,5% monocráticas, ou seja, tomadas por um único ministro.
  • Decisões monocráticas são proferidas por um ministro sem consulta aos outros integrantes da corte.
  • O ministro Flávio Dino sustenta que a lei permite atuar como “juízes singulares” para ganhar agilidade, seguindo precedentes já firmados pelo tribunal.
  • Críticos, especialmente no Congresso, enxergam esse formato como concentração de poder, citando ações como suspensão de emendas, bloqueio de investigações e prisão de ex-assessor presidencial.
  • Em resposta, há uma PEC em tramitação que busca limitar ou extinguir decisões monocráticas em casos de grande impacto, impulsionada pelo debate após ações envolvendo membros da corte.

O Supremo Tribunal Federal atua majoritariamente com decisões monocráticas, tomadas por um único ministro. Em 2025, esse formato representou 80,5% das 116.170 decisões da Corte, enquanto a decisão colegiada envolve mais ministros ou o plenário.

O ministro conhecido como Dino defende esse modelo, afirmando que a lei permite agir como juiz singular em várias situações. A justificativa é ganhar eficiência, seguindo precedentes já firmados pelo STF.

Por que geram críticas

Críticos, especialmente no Congresso, dizem que as decisões individuais ampliam o poder de um único magistrado. Argumentam que esse formato reduz o debate colegiado e pode limitar o escrutínio público.

Emendas parlamentares e o debate

Dino bloqueou parte das emendas parlamentares, inclusive pagamentos obrigatórios, por falta de transparência na origem e no destino dos recursos. Parlamentares veem nisso uma interferência do Judiciário em prerrogativa do Legislativo.

Reação do Congresso

A principal resposta é uma Proposta de Emenda à Constituição que visa limitar ou acabar com decisões monocráticas em casos de grande impacto. O tema ganhou força após episódios envolvendo ministros como Gilmar Mendes.

Este conteúdo aborda a questão com foco em fatos e dados, sem julgamentos, e cita as ações relevantes no STF e no Legislativo.

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