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Bolsonaro reclama de barulho de ar-condicionado na prisão e cobra providências

Defesa de Bolsonaro cobra providências contra ruído do ar-condicionado na cela, alegando perturbação à saúde e condições mínimas de custódia

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Defesa afirma que barulho contínuo do ar-condicionado central na cela de Bolsonaro configura uma "perturbação contínua à saúde e integridade". (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)
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  • A defesa de Jair Bolsonaro pediu ao Supremo Tribunal Federal que sejam tomadas providências para reduzir o barulho do ar-condicionado na cela da Superintendência da Polícia Federal, onde ele cumpre pena de vinte e sete anos e três meses.
  • A petição destaca ruído contínuo do equipamento instalado ao lado da janela e sem vedação adequada, afirmando que o ambiente não oferece tranquilidade.
  • Os advogados sugerem solução como adequação do equipamento, isolamento acústico ou mudança de layout.
  • A defesa sustenta que o barulho configura perturbação contínua à saúde e integridade do preso, prejudicando o repouso mínimo.
  • Bolsonaro voltou à cela após alta do Hospital DF Star, em Brasília, e Moraes rejeitou o pedido de prisão domiciliar humanitária.

O advogado de Jair Bolsonaro pediu ao Supremo Tribunal Federal que adote providências para reduzir o barulho do ar-condicionado na cela da Superintendência da Polícia Federal, onde o ex-presidente cumpre pena de 27 anos e três meses. A defesa descreve o ambiente como com ruído contínuo e aponta falhas na vedação próxima à janela.

Segundo a petição, o equipamento central fica ao lado da janela e não estaria adequadamente isolado, o que aumenta o incômodo. A defesa sustenta que a situação ultrapassa desconforto e configura perturbação à saúde física e psicológica do preso, violando condições mínimas de dignidade.

A equipe jurídica também afirma que, apesar de a cela ficar na Sala de Estado-Maior, o ambiente não oferece tranquilidade nem condições mínimas de repouso, o que deveria ser verificado pela própria Superintendência da Polícia Federal. O documento foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes, relator no STF.

Bolsonaro está custodiado na PF desde 22 de novembro de 2025. Ele esteve internado no Hospital DF Star, em Brasília, na véspera do Natal, para cirurgia de hérnia e tratamento de crises de soluços. Recebeu alta na quinta-feira e retornou à cela após Moraes rejeitar o pedido de prisão domiciliar humanitária.

De acordo com a defesa, o retorno à prisão ocorreu após a decisão do ministro Moraes, que determinou a continuidade da custódia em estabelecimentos prisionais. O caso segue sob apreciação no STF, com a defesa buscando medidas para reduzir o barulho e melhorar as condições de dormida e repouso.

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