- A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro fez novo pedido de prisão domiciliar ao ministro Alexandre de Moraes, do STF.
- O requerimento leva em conta as intervenções cirúrgicas recentes e a atualização do quadro de saúde de Bolsonaro.
- Segundo os advogados, ele passou por cirurgia para corrigir hérnia inguinal e para tratar crises de soluços.
- A petição cita decisão anterior de Moraes que concedeu prisão domiciliar a Fernando Collor de Mello, em caso relacionado a apneia do sono.
- Um relatório médico, assinado por Cláudio Birolini e Leandro Echenique, aponta riscos como pneumonia, insuficiência respiratória, AVC, quedas e piora de funções renais, defendendo a permanência em casa com os cuidados adequados.
O ex-presidente Jair Bolsonaro teve um novo pedido de prisão domiciliar encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes, do STF. A defesa sustenta que a medida é necessária diante das intervenções cirúrgicas recentes e da atualização do quadro de saúde.
Segundo os advogados, Bolsonaro passou por procedimentos nos últimos dias para corrigir uma hérnia inguinal e para tratar crises de soluços. O documento ressalta que os cuidados médicos são centrais para evitar agravamentos.
A defesa menciona ainda a decisão de Moraes de conceder prisão domiciliar a Fernando Collor de Mello, em caso de diagnóstico de apneia do sono, como parâmetro para a análise do requerimento.
No texto, os advogados afirmam que há uma atualização e agravamento do quadro médico, aliado ao precedente citado, justificado pela necessidade de monitoramento próximo. A defesa anexou relatório médico assinado por Cláudio Birolini e Leandro Echenique.
O relatório médico aponta riscos para a saúde de Bolsonaro, diante da idade e comorbidades. Entre os riscos listados estão pneumonia broncoaspirativa, insuficiência respiratória, AVC, quedas com traumatismos e piora da função renal.
A peça solicita que o benefício seja mantido pela residência, com os cuidados que, segundo a defesa, não seriam possíveis apenas nas dependências da Polícia Federal. A expectativa é pela análise rápida do STF.
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