- Carlos Bolsonaro divulgou uma lista de doenças atribuídas a Jair Bolsonaro para sustentar o pedido de prisão domiciliar, com informações encaminhadas ao STF.
- Bolsonaro foi submetido a cirurgia de hérnia inguinal bilateral no Hospital DF Star, com internação de 24 de dezembro a 25 de dezembro, sem intercorrências.
- No pós-operatório, ele iniciou fisioterapia e recebeu medicações para prevenção de trombose, controle da dor e ajustes de remédios para soluços e refluxo gastroesofágico.
- A defesa afirma que o estado de saúde impediria o cumprimento de penas em regime fechado e protocolou pedido de prisão domiciliar ao ministro Alexandre de Moraes; o ministro autorizou apenas a realização da cirurgia necessária.
- a previsão de internação é de cinco a sete dias, com avaliação marcada para 29 de dezembro para possível procedimento específico voltado aos soluços persistentes.
O ex-presidente Jair Bolsonaro realizou uma cirurgia de hérnia inguinal bilateral no Hospital DF Star, em Brasília. A internação iniciou em 24 de dezembro e a cirurgia terminou em 25 de dezembro, sem intercorrências. O pós-operatório envolve fisioterapia, prevenção de trombose e controle da dor, com ajustes de medicações para soluços e refluxo.
A defesa havia apresentado ao STF um pedido de prisão domiciliar com base em comorbidades para justificar mudança de regime. O ministro Alexandre de Moraes autorizou apenas a cirurgia necessária, sem decidir pela substituição do regime de cumprimento da pena.
Carlos Bolsonaro, filho do ex-presidente, divulgou lista de doenças atribuídas a Jair Bolsonaro com o objetivo de sustentar o pedido de prisão domiciliar. As informações teriam origem em documentos médicos enviados ao STF pela defesa.
Doenças apresentadas e evolução clínica
Segundo a publicação de Carlos, Bolsonaro teria refluxo gastroesofágico com esofagite, hipertensão, aterosclerose, oclusão e estenose de carótidas, apneia do sono e carcinoma de pele. O material refere-se a problemas tratados desde 24 de dezembro.
A cirurgia de hérnia inguinal bilateral durou cerca de quatro horas e transcorreu sem intercorrências. O pós-operatório inclui analgesia, fisioterapia motora e monitoramento de risco trombótico, com previsão de internação de cinco a sete dias.
A equipe médica informou que não há protocolo de exames adicionais imediatos. A avaliação para soluços persistentes está marcada para 29 de dezembro, para definição de possível procedimento específico.
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