- A defesa de Silvinei Vasques pediu ao Supremo Tribunal Federal que ele cumpra prisão preventiva em São José ou Florianópolis, para evitar transferência à Papuda, em Brasília.
- A decisão sobre o pedido cabe ao ministro Alexandre de Moraes.
- Silvinei foi transferido para Brasília pela Polícia Federal e passou a noite anterior em Foz do Iguaçu (PR), após ser preso no Paraguai por tentativa de fuga usando documentos falsos.
- Os advogados argumentam que, por ter sido agente de segurança pública, ele enfrenta “riscos objetivos acrescidos” em prisões comuns e enfrentou assédio e ameaça na Papuda.
- Se a custódia permanecer no Distrito Federal, o ex-diretor da PRF poderia ficar no 19º Batalhão da Polícia Militar, conhecido como “Papudinha”, próximo ao Complexo Penitenciário da Papuda, com capacidade para cerca de sessenta internos.
O Supremo Tribunal Federal recebeu neste sábado 27 o pedido da defesa de Silvinei Vasques, ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal, para que ele cumpra prisão preventiva em São José ou Florianópolis, em Santa Catarina. A decisão caberá ao ministro Alexandre de Moraes.
A defesa alega que, por ter sido agente de segurança pública, Silvinei enfrenta “riscos objetivos acrescidos” em prisões comuns e solicita medidas de proteção.
Na manhã de hoje, a Polícia Federal transferiu Silvinei para Brasília. Ele passou a noite de sexta-feira na sede da PF em Foz do Iguaçu (PR), após ser preso no Paraguai enquanto tentava atravessar a fronteira com documentos falsos rumo a El Salvador.
A petição pede medidas concretas de proteção e racionalização da custódia, argumentando que o ex-diretor da PRF sofreu assédio e ameaça durante o período em que esteve preventivamente na Papuda.
Caso o STF determine a custódia no Distrito Federal, a defesa aponta a possibilidade de Silvinei ficar no 19º Batalhão da Polícia Militar, conhecido como Papudinha, anexo ao Complexo Penitenciário da Papuda. A unidade tem capacidade para cerca de 60 internos.
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