- STF recebe pressão internacional após publicação da revista The Economist, que questiona a atuação da corte e cita ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes em meio a suspeitas envolvendo o Banco Master.
- O episódio do Podcast 15 Minutos detalha pontos da matéria, como o inquérito das fake news, decisões controversas e a relação entre integrantes da Corte e empresários.
- Na segunda parte, a Câmara dos Deputados aprova o PL Antifacção, com mudanças no texto e endurecimento das penas contra organizações criminosas.
- Também há a restauração de dispositivos que haviam sido retirados pelo Senado.
- A matéria aponta expectativa pela sanção do presidente Lula.
O episódio do Podcast 15 Minutos analisa a repercussão internacional de uma reportagem da revista The Economist que questiona a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF). A matéria cita ministros do STF, entre eles Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, em meio a suspeitas envolvendo o Banco Master. A discussão acompanha como a publicação aborda decisões da Corte e a relação entre seus integrantes e empresários.
O programa detalha os principais pontos levantados pela reportagem, incluindo o inquérito das fake news, decisões controversas e a relação entre ministros e empresários. A análise busca esclarecer o contexto das críticas internacionais e as possíveis implicações para a percepção pública da Corte.
Na segunda parte, o foco recai sobre a aprovação do PL Antifacção pela Câmara dos Deputados. O episódio explica as mudanças promovidas no texto, o endurecimento de penas contra organizações criminosas e a restauração de dispositivos que haviam sido retirados pelo Senado. A matéria também destaca a expectativa pela sanção presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva.
PL Antifacção: mudanças e encaminhamentos
O texto em tramitação prevê medidas de combate a facções criminosas e estabelece diretrizes para atuação policial e judicial. O podcast descreve como as alterações impactam o arcabouço atual e o cronograma de apreciação legislativa até a possível sanção presidencial.
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