- A advogada da autora, Rachel Lanier, informou ao juiz Carolyn Kuhl que, mesmo após a advertência sobre o uso de óculos inteligentes no tribunal, alguém ainda os utilizava no corredor onde havia jurados.
- O episódio ocorreu após a advertência do tribunal sobre os óculos da Meta.
- Ao ser avisada, a defesa da Meta disse que os óculos não estavam gravando.
- A situação ocorreu em um momento em que jurados estavam presentes no espaço comum do tribunal.
Nesta manhã, o caso foi discutido na vara, quando a advogada da autora, Rachel Lanier, informou à juíza Carolyn Kuhl que, mesmo após uma advertência sobre o uso de óculos inteligentes no tribunal, alguém ainda ostentava os Ray-Bans da Meta no corredor onde estavam jurados.
Lanier afirmou que, ao ser avisado, o escritório de defesa da Meta informou que os óculos não estavam gravando. A notícia reforça a apreensão com dispositivos tecnológicos durante sessões com jurados presentes.
O episódio ocorre no contexto de orientações anteriores que vedem o uso de óculos com câmeras no ambiente do tribunal, a fim de evitar gravações não autorizadas. Até o momento, não houve declaração oficial sobre sanções ou providências adicionais.
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