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Site vaza bastidores de reunião no STF; ministros suspeitam de gravação

Ministros do STF discutem afastamento de Toffoli da relatoria do caso Master; suspeitas de gravação alimentam impasse e votação por sorteio determina novo relator

Toffoli deixa relatoria do inquérito que investiga o Banco Master. Em nota conjunta, ministros do STF defenderam o colega. (Foto: Carlos Moura/SCO/STF)
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  • Ministros do Supremo Tribunal Federal teriam discutido, em reunião a portas fechadas, a saída de Dias Toffoli da relatoria do caso Master; parte do conteúdo foi vazado pelo site Poder360, com suspeitas de gravação pelo próprio Toffoli.
  • Segundo a reportagem, o tom foi político e houve defesa de autopreservação dos ministros; o placar para manter Toffoli na relatoria seria oito a favor e dois contra, conforme a leitura interna.
  • O acordo sugerido seria Toffoli abrir mão da relatoria em troca de nota de apoio unânime dos colegas; a ideia, segundo a matéria, teria partido de Flávio Dino. Toffoli negou ter gravado a reunião.
  • Ainda na discussão, houve divergência sobre manter Toffoli, com atraso de definição para plenário; acabou prevalecendo a solução de afastar Toffoli da relatoria e sorteá-la, definindo André Mendonça como novo relator.
  • Declarações atribuídas aos ministros citam críticas à atuação da Polícia Federal e manifestações de apoio a Toffoli, gerando comoção institucional sobre a eventual gravidade do vazamento.

O site Poder360 publicou trechos de uma reunião do STF realizada a portas fechadas, na qual magistrados discutiram a relatoria do caso Master. A divulgação teria ocorrido por meio de frases inteiras, segundo reportagens da Folha de S. Paulo. Ministros teriam suspeitado de gravação pelo ministro Dias Toffoli, conforme apuração da imprensa.

Segundo as informações, o tom da reunião foi considerado político e voltado à autopreservação institucional. O placar para manter Toffoli na relatoria seria 8 a 2, mas ele aceitou deixar a relatoria em troca de apoio unânime, proposta atribuída a Flávio Dino, com quem o ministro mantém relação de décadas.

Toffoli, ao deixar o STF, afirmou que o encontro foi unânime e que o clima foi excelente. Queixas sobre atuação da Polícia Federal teriam marcado boa parte das conversas. A assessoria de Toffoli negou ter gravado qualquer reunião e sugeriu possível falha de registro por funcionário de informática.

Há극 indícios de vazamento teriam surgido a partir de falas exibidas na reportagem, como a de Gilmar Mendes indicando choques entre decisões do ministro e a Polícia Federal. Outros trechos mencionariam percepções sobre a confiança pública no STF e a necessidade de preservar a institucionalidade.

A Gazeta do Povo procurou a assessoria de comunicação do STF para esclarecimentos sobre as falações. Em meio às discussões, havia resistência de Carmen Lúcia e Edson Fachin a manter Toffoli na relatoria. O tema voltou ao plenário com votação prevista para sexta-feira.

Impasse e desfecho

O Poder360 relatou que, em reunião inicial, Moraes e Gilmar Mendes defendiam manter Toffoli; Carmen Lúcia e Fachin discordaram. Com o impasse, a solução acabou sendo levar o caso a sorteio, definindo André Mendonça como novo relator. A história envolve tensões internas e relatos contraditórios sobre gravações.

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