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Caso Master: TCU aumenta sigilo e restringe acesso do BC ao processo

TCU aumenta sigilo do processo e restringe acesso do Banco Central, que só poderá consultar autos com autorização específica do ministro Jhonatan de Jesus

Ministro do TCU eleva sigilo e restringe acesso do Banco Central ao processo que apura a liquidação do Banco Master. (Foto: Samuel Figueira/TCU)
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  • O Tribunal de Contas da União aumentou o nível de sigilo do processo que apura a liquidação do Banco Master, restringindo o acesso do Banco Central aos autos.
  • A classificação passou de sigiloso para sigiloso com exigência de autorização específica de leitura.
  • O BC, que era parte e tinha acesso, só poderá ver movimentações com autorização do ministro Jhonatan de Jesus.
  • Técnicos da AudBancos realizaram inspeção nos documentos que embasaram a liquidação do Banco Master pelo BC.
  • O TCU diz que a mudança foi para evitar vazamento e afirma que o BC será informado e terá acesso a todas as peças quando necessário.

O Tribunal de Contas da União (TCU) elevou o sigilo do processo de liquidação do Banco Master nesta quarta-feira, 11. O ministro Jhonatan de Jesus alterou a classificação de “sigiloso” para “sigiloso com exigência de autorização específica de leitura”. A medida visa evitar vazamentos de informações sensíveis.

Anteriormente, o Banco Central (BC) tinha acesso aos autos por ser parte do processo. Com a mudança, o BC só poderá acompanhar a movimentação dos documentos mediante autorização do ministro Jhonatan de Jesus.

Adução de inspecionados por técnicos da AudBancos, unidade do TCU, ocorreu para analisar os documentos que embasaram a liquidação pelo BC, segundo o Valor Econômico. O presidente do TCU, Vital do Rêgo, informou que o relatório final deve ficar pronto ainda nesta semana.

Segundo o BC, o parecer prévio da unidade técnica foi favorável à atuação do TCU no caso Master, sem irregularidades detectadas. Em nota, o TCU explicou que o novo sigilo partiu de solicitação da Secretaria-Geral de Controle Externo.

A mudança tem o objetivo de evitar vazamentos de informações sigilosas classificadas pelo BC. A Corte assegura que o BC terá acesso a todas as peças processuais sempre que houver necessidade, sem prejuízo ao órgão jurisdicionado.

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