- O CEO da Krafton usou o ChatGPT para planejar como excluir Unknown Worlds do negócio e assumir o controle do Subnautica 2, conforme documentos judiciais.
- A juíza declarou que a Krafton violou o contrato ao demitir os cofundadores sem causa e tentar tomar o estúdio e o jogo.
- Fundeados criaram o “Projeto X” para negociar o earnout ou realizar uma tomada de controle, seguindo aconselhamento da inteligência artificial.
- A decisão manteve o earnout de $250 milhões vigente, estendendo o direito de recebimento até 15 de setembro de 2026.
- O CEO original da Unknown Worlds, Ted Gill, terá seu cargo de volta, e a Krafton não poderá interromper a janela de acesso antecipado de Subnautica 2.
Krafton, empresa sul-coreana de jogos, usou a ChatGPT para planejar como negar os desenvolvedores responsáveis pelo game Subnautica 2. A revelação veio em documentos judiciais apresentados em Delaware, nos EUA.
O Tribunal: CEO da Krafton, Changhan Kim, consultou a IA para criar uma estratégia de aquisição de controle da desenvolvedoras Unknown Worlds e de Subnautica 2. A ideia seria manter o earnout milionário e apropriar-se do título.
Segundo a decisão, em junho de 2025 Kim soube que demitir os cofundadores sem justa causa poderia pôr em risco o earnout. A partir daí, o uso da IA foi ampliado para orientar uma possível tomada de controle.
Decisão judicial e consequências
A juíza Vice Chancellor Lori W. Will disse que a relação entre Krafton e Unknown Worlds se deteriorou, impulsionada por projeções de alta rentabilidade do jogo. A Cadeia de ações incluiu a criação de um grupo interno para planejar o acordo ou o controle da empresa.
O tribunal estendeu o período para que Unknown Worlds pague o earnout, fixado em 250 milhões de dólares, com direito aos bônus por desempenho até 15 de setembro de 2026. Ted Gill, ex-CEO da Unknown Worlds, terá retorno ao cargo. Krafton não pode interferir no lançamento de acesso antecipado de Subnautica 2.
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