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STF mantém condenação de ex-cúpula da PMDF por 8 a 1

STF mantém condenação de cinco ex-cúpula da PMDF a 16 anos por omissão nos atos de 8 de janeiro; maioria moldada pelo voto de Moraes, julgamento segue virtual

Ataques de 8 de Janeiro em Brasília – Imagem: Joédson Alves/Agência Brasil
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  • STF, na primeira turma, formou maioria para manter a condenação de cinco ex-integrantes da cúpula da PMDF a 16 anos de prisão por omissão na contenção dos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.
  • O julgamento é virtual, começou na sexta-feira 13 e deve ser concluído na terça-feira 24.
  • Até o momento, o voto do relator, ministro Alexandre de Moraes, prevalece; já foram acompanhados pelos ministros Cristiano Zanin e Cármen Lúcia; falta o voto de Flávio Dino.
  • Defesas contestaram o julgamento pelo STF, alegando que os acusados não possuem foro privilegiado e apontando cerceamento de defesa por acesso à documentação.
  • A decisão mantém a condenação dos cinco policiais, e o processo segue em recursos.

O STF, pela Primeira Turma, formou nesta sexta-feira a maioria para manter a condenação de cinco ex-integrantes da cúpula da PMDF a 16 anos de prisão. A decisão é por omissão na contenção dos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.

A lista de condenados envolve Fábio Augusto Vieira (ex-comandante-geral), Klepter Rosa Gonçalves (ex-subcomandante-geral) e os coronéis Jorge Eduardo Barreto Naime, Paulo José Ferreira de Sousa e Marcelo Casimiro Vasconcelos. O julgamento é virtual e começou no dia 13; será concluído na terça-feira, 24.

Até o momento, o voto do relator, ministro Alexandre de Moraes, prevalece. Moraes sustenta que não há irregularidades na decisão colegiada, proferida em novembro do ano passado. Zanin e Cármen Lúcia já seguiram o relator; resta o voto de Flávio Dino.

Durante a tramitação, as defesas questionaram o andamento do julgamento no STF e alegaram que os réus não possuem foro privilegiado. Os advogados também argumentaram cerceamento de defesa por acesso insuficiente à documentação do processo.

Contexto processual

O julgamento continua em curso, com a defesa mantendo resistência a aspectos do processo. A administração da PMDF permanece sob supervisão de órgãos competentes, enquanto o caso repercute no cenário político e institucional.

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