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Warren Buffett amplia posição no New York Times e reduz posição na Amazon

Buffett reduz participação na Amazon em mais de setenta e cinco por cento no trimestre, investe US$ 351,7 milhões no New York Times e aumenta Chevron e Chubb

A Berkshire comprou pela primeira vez uma participação na Amazon em 2019 (Foto: Daniel Acker/Bloomberg)
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  • Berkshire Hathaway reduziu a participação na Amazon em mais de 75% no quarto trimestre, conforme registro regulatório.
  • A empresa comprou 5,1 milhões de ações da New York Times no período, elevando o valor da posição para US$ 351,7 milhões.
  • Também diminuiu as participações na Apple e no Bank of America, para 1,5% e 7,1%, respectivamente.
  • A Berkshire aumentou as posições em Chevron e Chubb para 6,5% e 8,7%.
  • O investimento na Chubb passou a público em maio de 2024, com construção da posição iniciada no ano anterior.

A Berkshire Hathaway, de Warren Buffett, reduziu drasticamente sua participação na Amazon no quarto trimestre, ao mesmo tempo em que aumentou a posição no New York Times. O movimento totalizou 5,1 milhões de ações da Amazon, avaliadas em US$ 351,7 milhões ao final de 2025, segundo registro regulatório.

A operação ocorre em meio ao ajuste do portfólio divulgado pela empresa de Omaha, Nebraska. A Berkshire também diminuiu participações no Bank of America e na Apple, mantendo percentuais de 7,1% e 1,5%, respectivamente, conforme o mesmo documento.

Paralelamente, a companhia elevou exposições em Chevron, para 6,5%, e em Chubb, para 8,7%. A participação na Chubb foi iniciada de forma estratégica em maio de 2024, após construção gradual ao longo do ano anterior.

Mudanças de posicionamento

As ações da New York Times tiveram alta expressiva, com avanço superior a 10% no pregão pós-mercado em Nova York, após o anúncio. Buffett sinaliza, pelo menos nos últimos trimestres, uma janela de aquisições e ajustes no portfólio.

A Berkshire não comentou publicamente, mas a série de movimentos indica uma leitura diferente do cenário tecnológico e de serviços, com foco maior em ativos de mídia, energia e seguros. A empresa não publicou novas entrevistas sobre o tema.

As informações são baseadas em dados de reguladores e reportagens de mercado, destacando que o conglomerado continua sob observação de investidores por seu histórico de decisões de investimento.

Observação: não foram incluídas conclusões ou opiniões.

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