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XP encerra 2025 com lucro líquido de R$ 5,2 bilhões

XP encerra 2025 com lucro líquido de R$ 5,2 bilhões e ativos sob custódia de R$ 1,5 trilhão; mudanças no bloco de controle fortalecem governança

Fachada de espaço da XP na Faria Lima: crescimento dos lucros (Foto: Divulgação)
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  • 4T25 teve receita bruta de R$ 5,3 bilhões, alta de 12% na comparação anual, e receita líquida de R$ 4,95 bilhões, +10%; o lucro líquido ajustado foi de R$ 1,33 bilhão e o EBT ajustado ficou em R$ 1,55 bilhão (+20%).
  • Em 2025, a XP registrou receita bruta de R$ 19,5 bilhões e receita líquida de R$ 18,4 bilhões, ambos +8%; o lucro líquido ajustado somou R$ 5,2 bilhões, +15%.
  • Ativos totais de clientes chegaram a R$ 2,08 trilhões ao fim de 2025, alta de 22%; captação líquida no varejo foi de R$ 20 bilhões; ativos sob custódia atingiram R$ 1,5 trilhão em janeiro.
  • No 4T25, o varejo gerou receita de R$ 3,86 bilhões, +8%; volume de cartões ficou em R$ 14,6 bilhões; prêmios de seguros de vida somaram R$ 502 milhões; previdência alcançou R$ 95 bilhões em ativos, +17%.
  • Mudanças no bloco de controle: Maffra e Berenguer passam a ter direito a voto; a participação econômica da ControlCo é de 18% e o poder de voto fica em 69%; Guilherme Benchimol continua como principal sócio.

A XP Inc. encerrou 2025 com crescimento de receita e melhoria na rentabilidade. No quarto trimestre de 2025, a empresa reportou faturamento bruto de R$ 5,3 bilhões e receita líquida de R$ 4,95 bilhões, ambos acima do mesmo período de 2024. O lucro líquido ajustado somou R$ 1,33 bilhão, com avanço de 10% em 12 meses.

O EBT ajustado chegou a R$ 1,55 bilhão, alta de 20%, e a margem EBT ficou em 31,3%. A margem líquida ajustada foi de 26,9%, com ROE anualizado de 23,9%. Em 2025, a XP teve receita bruta de R$ 19,5 bilhões e receita líquida de R$ 18,4 bilhões, ambos +8% frente 2024.

A base de ativos totais de clientes terminou o ano em R$ 2,08 trilhões, crescimento de 22%. A captação líquida no varejo somou R$ 20 bilhões; em janeiro, a XP atingiu R$ 1,5 trilhão em ativos sob custody. No varejo, a receita do 4T25 foi de R$ 3,86 bilhões, +8% em 12 meses.

Segmentos e desdobramentos

Nove verticais mostraram ganhos: fundos, renda fixa e novas áreas cresceram; o volume de cartões foi de R$ 14,6 bilhões, +11%. Prêmios de seguro de vida chegaram a R$ 502 milhões, +25%. Previdência somou ativos de R$ 95 bilhões, +17%.

O banco de atacado foi o principal motor do trimestre, com receita de R$ 895 milhões, +49% ante o 4T24. A atividade de DCM manteve posição relevante no mercado doméstico, enquanto a carteira de crédito expandida subiu 27% e atingiu R$ 78 bilhões.

Perspectivas e governança

Para 2026, a XP mantém foco no varejo, com cross-sell e expansão das verticais. O banco de atacado permanece relevante, conforme ritmo do mercado de capitais. A margem dependerá de disciplina de custos e do mix de produtos.

Mudanças no bloco de controle foram anunciadas. A XP Control LLC passou a ter participação com direito a voto de Thiago Maffra e José Berenguer, juntando-se a Guilherme Benchimol, Fabrício Cunha de Almeida e Guilherme Sant’Anna. Bruno Constantino deixou de ser sócio votante; Bernardo Botelho e Gabriel Leal também perderam status de votantes.

A participação econômica da ControlCo, após conversão de ações, ficou em 18%, porém o poder de voto continua concentrado, com 69% dos votos. Benchimol permanece como principal sócio da controladora. A reorganização busca reforçar governança e estabilidade na condução estratégica.

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