- A Yosemite, empresa de venture capital de Reed Jobs, levantou mais de US$ 200 milhões para o segundo fundo, com meta total de US$ 350 milhões.
- Os recursos contam com investidores como Amgen, Memorial Sloan Kettering, MIT e John Doerr; a Emerson investe também.
- A Yosemite já investe em cerca de vinte empresas, incluindo Tune Therapeutics e Chai Discovery.
- O foco é amplo: detecção precoce, terapias direcionadas, imunoterapia, terapia genética e pesquisas com vacinas contra o câncer.
- Reed Jobs, hoje com 34 anos, defende combinar doações e investimentos para acelerar avanços no combate ao câncer, reduzindo o “Vale da Morte” entre descoberta e financiamento.
Reed Jobs, filho de Steve Jobs, lidera a captação de mais de US$ 200 milhões para o segundo fundo da Yosemite, empresa de venture capital focada em pesquisa oncológica. O objetivo total é US$ 350 milhões. O anúncio envolve investidores institucionais e acadêmicos de peso.
A Yosemite, criada pelo próprio Reed Jobs, já investe em cerca de 20 empresas, incluindo Tune Therapeutics e Chai Discovery. O fundo busca acelerar caminhos entre descoberta científica e desenvolvimento clínico, reduzindo o tempo entre pesquisa e aplicação clínica.
Investidores de destaque incluem Amgen, Memorial Sloan Kettering, MIT e John Doerr. Powell Jobs, mãe de Reed, participa via Emerson Collective, que também é acionista do fundo como sócia-gerente.
Fundo, foco e estratégia
A empresa gerencia mais de US$ 1 bilhão em ativos, entre investimentos, doações e endowments. A Yosemite adota um modelo híbrido, financiando pesquisas com doações e investimentos, visando avançar terapias inovadoras.
Entre as apostas do portfólio estão terapias genéticas in vivo, uso de IA para projetar proteínas e plataformas de radioterapia. A visão é ampliar diagnósticos precoces, terapias direcionadas e monitoramento contínuo para reduzir mortalidade.
Perspectivas e impactos
A firma pretende investir em cerca de 25 companhias, com foco em oncologia, diagnósticos e vacinas contra o câncer. O objetivo é apoiar pesquisas que avancem para a clínica, superando o “Vale da Morte” entre descoberta e financiamento.
A parceria com instituições como Amgen e instituições acadêmicas sinaliza uma atuação integrada entre indústria e pesquisa básica. Analistas ressaltam que o setor de saúde tem visto avanços significativos em imunoterapia e terapias genéticas nos últimos anos.
Entre na conversa da comunidade