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Gestora de FIIs da Cyrela investe R$ 833 milhões em fundo de galpões logísticos

Cy Capital lança fundo logístico de 833 milhões com foco em desenvolvimento, com apoio do GIC, e expande atuação para Curitiba, Belo Horizonte e outras capitais

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Bruno Ackermann, sócio e head de logística da Cy Capital
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  • Cy Capital, gestora de FIIs do Grupo Cyrela, lança fundo logístico de R$ 833 milhões com foco em desenvolvimento, locação e venda de galpões.
  • A estratégia é capitalizar o DNA de desenvolvedor da Cyrela, oferecendo construção do zero em vez de compra de ativos prontos.
  • Conta com aporte do GIC (fundo soberano de Cingapura) e mira expansão para Curitiba, Belo Horizonte e outras capitais, além de SP e RJ.
  • Desafios para 2026 envolvem inflação, custos de obra e impactos políticos e eleitorais, com atenção especial a obras que já estão em andamento.
  • O segundo fundo deve ter o dobro de capital do primeiro, com maior diversificação geográfica incluindo Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília e Curitiba, mantendo foco em ganho de capital.

A Cy Capital, gestora de FIIs do Grupo Cyrela com 2,8 bilhões sob gestão, lançará um fundo logístico de 833 milhões de reais. O foco será no desenvolvimento, locação e venda de galpões, com apoio do GIC e expansão para Curitiba, Belo Horizonte e outras capitais além de SP e RJ.

A estratégia foge do caminho conservador. Em vez de adquirir ativos já gerados de renda, busca-se construir, locar e vender. A equipe acredita que o DNA de desenvolvedor da Cyrela gera maior retorno ao longo do ciclo de obras.

Nesse cenário, o mercado ainda vive a recuperação após 2025 dominado por fundos de papel. A Captação visa aproveitar o gap entre construção e venda em regiões metropolitanas como SP e RJ.

Sobre o Fundo e Parceria com GIC

Bruno Ackermann, sócio da Cy Capital, aponta que o desenvolvimento permite capturar retorno superior ao comprar ativos prontos. A tese depende da inflação sob controle e de custos de obras estáveis para evitar estouro orçamentário.

O ano de 2025 foi mais favorável aos fundos de papel. Para projetos de tijolo, a latitude depende do cenário de juros, com o mercado aguardando sinais de políticas públicas e eleições para decidir o ritmo de andamento.

A parceria com o GIC é vista como diferencial estratégico para manter capital de longo prazo em condições de volatilidade. Os recursos ajudam a sustentar a expansão para novas capitais.

Expansão e Próximos Passos

O segundo fundo terá capital aproximado ao dobro do primeiro e ampliará o leque geográfico, mantendo concentração em SP (70%-80%) e abrindo para Rio, BH, Brasília e Curitiba.

A gestão planeja manter a estratégia de ganho de capital, com desenvolvimento, locação, maturação e venda dos ativos. A ideia é atrair investidores institucionais que buscam capital de risco em ciclos imobiliários.

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