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Sega e ações policiais interromperam leilão de preservação de jogos

Polícia de Londres prende comerciante de e-waste ligado à Sega; caso aponta negligência corporativa e interrompe leilão de protótipos para museu de preservação

Sega
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  • Em dois mil e vinte e cinco, a polícia de Londres prendeu Darius Khan em sua casa e o manteve em investigação por oito horas, sem indícios de indiciamento formal conforme alegado pelo próprio.
  • Khan colocara à venda, em leilão, um conjunto de dev kits, cartuchos e protótipos da SEGA que teriam origem empresarial; o lance ganhou o Leilão do Video Game Preservation Museum, que arrecadou mais de £ sessenta mil.
  • Um email incorreto enviado a Gamers Nexus, supostamente de um contratado da SEGA, sugeriu que a questão envolvia negligência corporativa, não crime intencional, alimentando a narrativa sobre a responsabilidade da empresa.
  • A Waste to Wonder, empresa contratada para descarte de equipamentos da SEGA, repassou o trabalho a um subcontratado; a SEGA havia designado outra firma, ITR Secure, para itens sensíveis, que não chegou a ser acionada.
  • Entre os itens, estavam protótipos de meados dos anos duzentos, incluindo material para o Nintendo Wii e DS; também foi exibido um protótipo de BioWare, Sonic Chronicles: The Dark Brotherhood, e há debate sobre a legalidade da aquisição para fins de preservação privada.

In 2025, a London operação policial cumpriu mandados na residência de Darius Khan, um comerciante de sucatas. Os itens supostamente envolvidos eram kits de desenvolvimento da SEGA, cartuchos e protótipos que seriam vendidos ao Video Game Preservation Museum. Khan afirma que não recebeu formalmente uma acusação, apenas ameaça de crimes como apropriação indébida e lavagem de dinheiro. Um email acidental apontou para possível negligência corporativa, não intenção criminosa, segundo investigações do Gamers Nexus.

Khan, que vive de comprar sucata e vender para usinas de reciclagem, afirma ter feito o acordo com um gerente local para leiloar o material de descarte. O lote acabou atraindo o interesse de um museu sem fins lucrativos, que arrematou a peça por mais de 60 mil libras. A operação policial ocorreu após contatos de terceiros envolvendo o material.

Contato entre colecionismo, descarte corporativo e investigação

A história ganhou contornos quando a equipe de Burke, do Gamers Nexus, entrevistou Khan em Londres para entender a cronologia. A matéria aponta que o descarte era feito por uma contratada de SEGA chamada Waste to Wonder, responsável pela limpeza de resíduos de uma mudança de escritório. A empresa enviou por engano correspondência privada a Burke, sugerindo a existência de fumos de negligência, não de crime.

O caso envolve também uma segunda firma de descarte contratada para atividades mais sensíveis. Segundo mensagens divulgadas acidentalmente, a SEGA havia designado outra empresa para tratar itens críticos, o que não chegou a ocorrer de fato. Protótipos de consoles e hardware de desenvolvimento, datados de meados dos anos 2000, aparecem nas evidências digitais, incluindo itens ligados ao Wii, DS e até protótipos não anunciados de jogos.

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