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França abre investigações sobre Epstein por tráfico humano e fraude fiscal

França abre investigações sobre tráfico humano e fraudes financeiras associadas a Epstein, com base em material público e denúncias de grupos de proteção infantil

Former Home of Jeffrey Epstein in Paris
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  • A França abriu investigações amplas sobre tráfico de pessoas e fraude financeira envolvendo contatos de Jeffrey Epstein, com apoio em material público e denúncias de organizações de proteção infantil.
  • Uma linha investiga tráfico de pessoas e a outra crimes como lavagem de dinheiro, corrupção e fraude fiscal, com cinco procuradores analisando documentos publicados.
  • Epstein morreu em 2019; sua cúmplice Ghislaine Maxwell foi condenada nos EUA por tráfico de menores em ligação com o caso.
  • As autoridades já examinavam casos como o ex-ministro da cultura Jack Lang e a filha Caroline por suspeita de fraude fiscal, além de checagens sobre possível repasse de documentos da ONU pelo diplomata Fabrice Aidan.
  • Epstein possuía apartamento de luxo em Paris, região do Arco do Triunfo, e as investigações francesas continuam, iniciadas em 2019 e reabertas após novos materiais.

France abriu investigações amplas sobre tráfico humano e uso de recursos públicos envolvendo contatos do falecido criminoso sexual Jeffrey Epstein, segundo a Reuters. As apurações serão apoiadas em material público e em denúncias de grupos de proteção à criança.

A procuradora de Paris, Laure Beccuau, informou que dois focos guiarão as ações: tráfico de pessoas e crimes como lavagem de dinheiro, corrupção e fraude fiscal. Cinco procuradores vão analisar os arquivos disponíveis para identificar éventuais cidadãos franceses envolvidos.

Beccuau informou que as investigações vão considerar também relatos de vítimas que ainda não se apresentaram. O objetivo é ampliar o alcance das informações já conhecidas sobre a rede de Epstein.

Contexto e desdobramentos

Autoridades já abriam, desde 2019, uma investigação sobre as ligações de Epstein na França, encerrada em 2023 após a morte de Jean-Luc Brunel, suspeito-chave. O estado atual descreve o trabalho como titânico, sem previsões sobre desfechos.

Entre os casos sob análise, está a investigação sobre o ex-ministro da Cultura Jack Lang e a filha Caroline, sob suspeita de fraude fiscal. Além disso, investigadores examinam se o diplomata Fabrice Aidan transferiu documentos da ONU para Epstein, o que ele nega.

Documentos divulgados pelo Departamento de Justiça dos EUA indicam que Epstein visitava frequentes Paris, onde possuía um apartamento de luxo próximo ao Arco do Triunfo. A França é destacada por ter propriedades associadas à rede fora dos EUA.

Impactos e perspectivas

Entidades de defesa de vítimas destacam que a visibilidade do caso pode estimular relatos de abuso e tráfego já ocorridos. A divulgação dos arquivos também ampliou o escrutínio sobre possíveis crimes contra menores vinculados à rede Epstein.

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