- A CPI mista do INSS cancelou a sessão que ocorreria nesta segunda-feira (9) após um atestado médico apresentado pelo filho do empresário Maurício Camisotti, Paulo Camisotti.
- O presidente da comissão, senador Carlos Viana, informou que o atestado foi apresentado de última hora, levando ao cancelamento da oitiva.
- Viana afirmou que a CPMI não aceitará expedientes protelatórios nem atestados médicos usados para esvaziar investigações, e que poderão ser adotadas providências legais, incluindo condução coercitiva, se necessário.
- Maurício Camisotti é alvo de acusações envolvendo fraudes do INSS e está preso.
A CPI mista do INSS cancelou a oitiva prevista para esta segunda-feira (9) após o empresário Paulo Camisotti, filho de Maurício Camisotti, apresentar um atestado médico. A ausência ocorreu pouco antes da sessão.
Segundo o presidente da comissão, senador Carlos Viana (Pode-MG), o atestado foi apresentado de última hora, o que levou ao cancelamento. A manifestação ocorreu durante a preparação para a oitiva.
Viana afirmou que a CPMI não aceitará expedientes protelatórios nem o uso de atestados para esvaziar investigações. Caso seja necessário, serão adotadas as providências legais e regimentais, incluindo possível condução coercitiva.
Maurício Camisotti está preso sob acusação de envolvimento em fraudes do INSS, participação que motivou a presença da CPMI na linha de investigação.
Motivo do cancelamento e próximos passos
A decisão de cancelar a oitiva evita questionamentos sobre procedimentos de convocação e atestados médicos. A CPMI deve definir nova data para ouvir Paulo Camisotti e aprofundar apurações sobre as fraudes associadas ao INSS.
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