- A Polícia Federal abriu um inquérito sobre influenciadores ligados ao caso Master, investigando ataques coordenados contra o Banco Central.
- Há indícios de difamação e obstrução de justiça, com as respectivas verificações ainda em andamento pelos investigadores.
- A suspeita é de que influenciadores teriam recebido dinheiro para divulgar desinformação sobre a liquidação do Banco Master.
- A difamação seria pela divulgação de ataques à imagem do Banco Central; a obstrução, pela possível tentativa de influenciar o poder judiciário.
- A PF pretende confirmar ou descartar os crimes durante a investigação, até a conclusão do relatório final, que poderá apontar indiciamentos.
A Polícia Federal abriu um inquérito para apurar possíveis crimes de difamação e obstrução de justiça relacionados ao caso Master, que envolve influenciadores digitais. Segundo as investigações iniciais, eles teriam sido procurados para gravar conteúdos que criticavam a liquidação do Banco Master, com alegações de que a decisão do Banco Central seria precipitada ou equivocada.
A PF analisa indícios de difamação, devido às alegações veiculadas pelos influenciadores, e de obstrução de justiça, caso haja tentativa de atrapalhar apurações ou tornar duvidosas as avaliações sobre o regulador. As suspeitas dependem de provas coletadas no decorrer do inquérito.
De acordo com as apurações, a atuação dos influenciadores teria envolvido recebimento de recursos para promover um ataque coordenado contra o Banco Central. A disseminação de falas que desinformem sobre a liquidação do banco é o ponto central que sustenta a suspeita de difamação.
No âmbito da obstrução de justiça, a investigação verifica se houve tentativa de influenciar o poder judiciário descredenciando órgãos técnicos como o Banco Central, com o objetivo de dificultar ou contornar o processo criminal.
A depender das evidências reunidas, o inquérito pode levar a indiciamentos. A PF deve consolidar depoimentos, postagens e demais dados para concluir o relatório final, que confirmará ou descartará as condutas criminosas investigadas.
A atuação policial permanece em estágio de coleta de provas, sem conclusão sobre a responsabilidade de indivíduos específicos. O resultado final dependerá da análise integrada de documentos, mensagens e depoimentos obtidos durante as diligências.
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