- Aproximadamente 9.000 pessoas foram evacuadas de Coimbra por alto risco de inundações, após a quebra de um dique e o transbordamento do rio Mondego.
- Destruição de um trecho da autoestrada A‑1, principal ligação entre Lisboa e Porto; o acesso de Vila Franca de Xira à A‑1 foi parcialmente restabelecido.
- Governo declarou estado de calamidade em 68 locais até domingo e pediu preparação de kit de emergência para a população.
- Autoridades mantêm vigilância no centro de Coimbra, com patrulhas para alertar comerciantes e moradores se a situação piorar.
- O primeiro-ministro Luís Montenegro está liderando a gestão da crise após a demissão da ministra do Interior; o pico de inundações é previsto para a manhã e outro à tarde.
A evacuação de Coimbra começou nesta sexta-feira, após a ruptura de um dique que provocou o transbordamento do rio Mondego e destruiu parte da viabilidade da autoestrada A‑1, principal ligação entre Lisboa e Porto. Cerca de 9.000 pessoas estão sendo removidas devido ao alto risco de inundações.
A situação ocorreu na região central de Portugal, onde as autoridades haviam indicado a possibilidade de evacuações conforme a evolução do nível das águas. O desborde ocorreu na noite anterior, ampliando as medidas de proteção à população.
O governo vem mantendo alerta amplo e pediu que moradores se preparem para atuação rápida em caso de necessidade. O primeiro-ministro enfatizou a necessidade de seguir orientações oficiais e manter vigilância constante nos próximos dias.
Evacuação em Coimbra e ações de autoridades
Conforme o plano de resposta, equipes operacionais patrulham o centro da cidade para alertar comerciantes e residentes sobre o risco de alagamentos. As autoridades mencionaram a preparação de kits de urgência e a possibilidade real de deslocamentos forçados.
Além disso, a administração local confirmou que vias intracidade podem permanecer sob monitoramento intenso, com reforço de pontos de evacuação e orientação para alternativas de trajeto. Medidas de contenção e monitoramento seguem em curso.
Trânsito, estradas e resposta governamental
No que se refere à malha rodoviária, o acesso à A1 entre Vila Franca de Xira e Coimbra Norte está parcialmente liberado, com trechos ainda interditados. O objetivo é manter a circulação, ao mesmo tempo em que se prioriza a segurança de motoristas.
O primeiro-ministro também participou das ações de gestão da crise, após críticas à atuação anterior. Ele cancelou compromissos internacionais para concentrar esforços na crise e na substituição da liderança ministerial envolvida.
A emissão de alertas continua, com previsões de novos picos de inundação esperados ao longo do dia. Autoridades reiteram a necessidade de acatar as instruções oficiais e manter a calma diante das próximas simulações de risco.
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