- ONU pede a Israel medidas imediatas para evitar genocídio em Gaza e denuncia sinais de limpeza étnica na Faixa de Gaza e na Cisjordânia ocupada.
- Alto Comissário para os Direitos Humanos, Volker Türk, afirmou que Israel deve impedir atos de genocídio e evitar a incitação a ele.
- O relatório abrange o período de 7 de outubro de 2023 a maio de 2025 e reforça o cumprimento da ordem da Corte Internacional de Justiça de 2024.
- O ataque do Hamas a Israel deixou 1.221 mortos, na maioria civis, segundo contagem da AFP com dados oficiais.
- Na Faixa de Gaza, já foram registradas mais de 72.700 mortes de palestinos, conforme o Ministério da Saúde de Gaza.
A ONU pediu a Israel nesta segunda-feira que tome medidas imediatas para impedir atos de genocídio em Gaza e denunciou sinais de limpeza étnica na Faixa de Gaza e na Cisjordânia ocupada. O pedido integra um relatório que abrange de 7 de outubro de 2023 até maio de 2025.
O alto comissário para Direitos Humanos, Volker Türk, solicitou garantias de que o Exército israelense não cometa genocídio e adote medidas para prevenir e punir a incitação a esse crime. O documento ainda reforça a observância de uma ordem da Corte Internacional de Justiça de 2024.
O relatório também aponta violações graves por grupos armados palestinos durante e após o ataque inicial de Hamas, ocorrido em outubro de 2023. A contagem de vítimas inclui 1.221 mortos no lado israelense, a maioria civis, segundo a AFP com dados oficiais.
Na Faixa de Gaza, o Ministério da Saúde kontrolado pelo Hamas informa mais de 72.700 palestinos mortos na operação de represália israelense. A ONU considera confiáveis essas estatísticas e as registra como parte do contexto humano da crise.
Contexto do Relatório
O documento ressalta a necessidade de cumprir a decisão da CIJ de 2024, que determina medidas para prevenir atos de genocídio em Gaza, e destaca a urgência de proteção de civis e responsabilização de responsáveis por incitação ou execução de crimes.
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