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Uganda recebe primeiro voo de deportação dos EUA sob acordo com país terceiro

Primeiro voo de deportação dos EUA sob acordo com Uganda chega; doze pessoas, com contestações legais e críticas ao processo

Deported Venezuelan migrant looking out airplane window upon arrival in Venezuela.
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  • Uganda recebeu o primeiro voo de deportação originário dos Estados Unidos sob acordo com terceiros países, com doze pessoas a bordo.
  • As autoridades ugandenses dizem que os deportados ficarão no país em uma fase de transição para possível encaminhamento a outras nações.
  • A Uganda Law Society vai contestar as deportações nos tribunais ugandenses e regionais, criticando o processo como desumano.
  • Deported individuals já chegam a várias partes da África, incluindo Eswatini, Gana, Ruanda e Sudão do Sul, com casos ocorrendo também em Cuba, Jamaica, Iêmen, Vietnã, Laos e Mianmar.
  • Uganda mantém que as operações são em cooperação com o governo local; o acordo de agosto prevê receber pessoas de terceiros países que não obteriam asilo nos EUA, sem especificar se há pagamento envolvido.

O primeiro voo de deportação dos EUA para Uganda, sob um acordo com o terceiro país, aterrissou nesta semana no país africano. Doze pessoas foram encaminhadas, marcando o início do programa que envolve enviar migrantes para nações sem vínculos prévios, conforme estratégia da administração de Washington.

Segundo um alto funcionário do governo ugandense, que pediu anonimato, os deportados permanecerão no Uganda por uma fase de transição antes de possíveis encaminhamentos a outros países. A Uganda Law Society criticou o processo, afirmando que houve desrespeito à dignidade dos envolvidos.

A embaixada dos EUA, por meio de Yasmeen Hibrawi, afirmou que as deportações ocorrem com total cooperação do governo de Uganda, sem detalhar os casos privados. Em agosto, Kampala já havia aceitado a seguir com a ideia de acolher pessoas de terceiros países que possam não obter asilo nos EUA.

Contexto do acordo e críticas

A Uganda firmou o acordo com os EUA em agosto para receber pessoas de terceiros países que podem não obter asilo nos EUA. O governo ugandense informou que não aceitará indivíduos com antecedentes criminais nem menores desacompanhados, sem detalhar pagamentos. Uganda já recebe quase 2 milhões de refugiados e solicitantes de asilo, principalmente de países vizinhos.

Autoridades ucundins observam que a parceria é parte de uma avaliação de custos do governo americano para evitar voos com poucos deportados. O ministro das Relações Exteriores de Uganda, Oryem Okello, afirmou que, no momento, não havia chegado nenhum deportado ao país, enfatizando a necessidade de voos com maior capacidade.

Outras nações africanas já haviam aceitado ou concordado em receber deportados de terceiros países, incluindo Eswatini, Gana, Ruanda e Sudão do Sul. Casos recentes envolvem pessoas deportadas de Cuba, Jamaica, Iêmen, Vietnã, Laos e Myanmar para diferentes destinos.

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