- Trump ameaçou destruir a infraestrutura de energia do Irã caso não haja acordo para encerrar a guerra e reabrir o Estreito de Ormuz.
- Em publicação na plataforma de mídia social, ele afirmou que, se não houver acordo, usinas de energia, poços de petróleo e a Ilha Kharg seriam destruídos.
- A mensagem ocorre um mês após o início de bombardeios dos EUA e de Israel que deixaram o estreito fechado, o que pressionou os preços do petróleo.
- Trump disse que Teerã teria concordado com grande parte de uma proposta de cessar-fogo de quinze pontos; o Irã apresentou cinco condições, incluindo manter o controle sobre o Estreito de Ormuz.
- Autoridades do Paquistão, Arábia Saudita e Turquia se reuniram recentemente, mas não ficou claro se houve progresso; EUA enviaram tropas ao Oriente Médio, incluindo saque anfíbio e membros da 82ª Divisão Aerotransportada.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, em rede social, que poderia destruir a infraestrutura de energia do Irã caso não haja acordo para encerrar o conflito e para reabrir o Estreito de Ormuz. A mensagem acompanha avaliação de progressos nas negociações.
Trump disse que houve avanço, mas, se não houver acordo em breve, e Ormuz não ficar aberto para negócios, o EUA continuation da ofensiva incluiria danos a usinas, poços de petróleo e à Ilha Kharg, com possível dessalinização afetada. A linguagem foi amplificada pela plataforma usada.
A fala ocorre num momento em que começavam discussões com mediadores no Paquistão sobre um cessar-fogo, após o início de ataques na região. O fechamento parcial da rota energética impactou os mercados globais e elevou os preços do petróleo.
No entorno, autoridades paquistanesas, sauditas e turcas participaram de reuniões no fim de semana, sem confirmação de avanços significativos. Trump também sinalizou, em entrevista, o interesse de controlar parte do petróleo iraniano, o que ampliaria o risco de intervenção terrestre.
O Irã apresentou cinco condições, incluindo a manutenção do controle sobre Ormuz. Em resposta, Washington afirma que busca soluções que preservem a navegação e a segurança regional, sem admitir ações futuras. As informações acompanham o desenrolar de negociações entre países envolvidos.
Contexto internacional
Mercados de energia reagiram à pressão geopolítica, com volatilidade nos preços do petróleo e incerteza sobre o fluxo de bens pela região. As partes seguem buscando consenso para evitar uma escalada maior do conflito.
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