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Milícias kurdo-iranianas buscam o fim da República Islâmica, próximas da queda

Milícias kurdo-iranianas se preparam para o “dia depois” de possível queda do regime iraniano, evacuando bases e buscando espaço político regional

El general Rebaz Sharifi del grupo kurdo-iraní armado PAK y opuesto a Teherán camina en su base en el noreste de Irak (Kurdistán iraquí) este domingo y muestra los daños sufridos tras un ataque de un misil balístico iraní la semana pasada.
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  • Grupos kurdo-iraníes de oposição a Teerã evacuaram bases no nordeste do Iraque e se preparam para o “dia depois” em caso de queda do regime iraniano.
  • Líderes dos grupos divergem sobre o futuro político, com propostas que vão de independência a autonomia ou federalismo; coordenação entre seis organizações foi criada após a ofensiva norte-americana e israelense.
  • Não há confirmação de contato direto com Estados Unidos ou Israel; diplomatas descrevem as declarações de Trump e Netanyahu como plausíveis apenas como “globo sonda”.
  • Turquía reage para impedir qualquer possibilidade de Kurdistão iraniano na fronteira; ações de ataques aéreos e drones atingiram bases já desocupadas ou vazias.
  • Grupos treinam-se nas montanhas do Iraque, constroem túneis e buscam apoio aéreo e armamento para o que chamam de “dia seguinte” a uma possível queda da República Islâmica.

Os grupos milícias kurdo-iranianas que atuam na fronteira com o Irã estão desmobilizando parte de suas bases militares no nordeste do Iraque, preparando-se para o que chamam de “dia seguinte” caso haja queda do regime iraniano. A movimentação ocorre após ataques recentes de mísseis balísticos atingirem instalações deles.

Entre as organizações envolvidas estão o PAK (Grupo Kurdish Iran), ligado à oposição kurdo-iraniana, o Khabat e o PJAK (Partido pela Vida Livre no Kurdistão), além de representantes do Komala. As bases ficam principalmente na região de Erbil, no Curdistão iraquiano, com evacuações relatadas para locais ainda não especificados.

A cobertura de ataques e reações internacionais tem moldado o cenário. Analistas destacam que rumores sobre apoio externo geram desinformação e ampliam pressões sobre as milícias, que alegam ter números inferiores aos estimados por observadores. Observadores apontam ainda que o envolvimento de potências regionais e estrangeiras cria um xadrez complexo entre Irã, Turquia e aliados ocidentais.

Segundo fontes diplomáticas, declarações de líderes de países como os Estados Unidos e Israel são interpretadas como tentativas de influenciar a dinâmica regional, mas não estão sendo reconhecidas como apoio direto no terreno. Especialistas alertam para o risco de retaliação iraniana aumentada caso haja qualquer colapso da popularidade do regime.

As milícias treinam nas montanhas iraquianas e constroem túneis para uma eventual ofensiva terrestre no Irã. Enquanto se aguardam sinais de apoio aéreo e suprimentos, a coalizão kurdo-iraniana se reorganiza em uma estrutura chamada Coordinadora, que reúne seis grupos armados. A estratégia é, segundo membros, apostar em autonomia ou independência conforme o desfecho político no Irã.

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