- Apenas um quarto dos australianos aprova a guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã; 43% desaprovam e 31% não sabem.
- Em relação à resposta da Austrália, 34% aprovam o envio de um avião de vigilância e de tropas; 25% desaprovam e 40% não sabem.
- Sobre medidas específicas, 32% apoiam o envio de mísseis, da aeronave de vigilância E-7 Wedgetail e de cerca de 85 militares para os Emirados Árabes Unidos; 35% são contrários.
- Noventa e sete por cento? (corrigir) Não: 37% apoiam o envio de apoio naval para romper bloqueios no estreito de Hormuz; 21% apoiariam tropas terrestres; 30% se opõem ao apoio naval.
- Em termos de alianças, 65% preferem fortalecer relações com potências médias (como Canadá e Japão) em vez de aproximar-se mais dos Estados Unidos; 60% defendem que a Austrália trabalhe com organizações internacionais para buscar paz no Oriente Médio.
O novo levantamento do Guardian Essential mostrou que apenas uma em cada quatro pessoas no Brasil? Não, no seguinte: na Austrália, quem apoia a guerra dos EUA e de Israel contra o Irã é minoritário. O estudo apontou ainda que apenas um terço aprova a resposta do governo federal ao envio de um avião de vigilância e tropas para a região.
A pesquisa, realizada na última semana com 1.008 australianos, aponta que 43% desaprovam o bombardeio americano e israelense ao Irã, enquanto 26% aprovam. Outros 31% ficaram indecisos ou mencionaram não saber. As perguntas sobre a resposta australiana mostraram 34% de aprovação e 25% de desaprovação, com 40% em dúvida.
Foco na política externa
Sobre ações específicas do governo, apenas 32% apoiaram o envio de mísseis, do avião E-7 Wedgetail e de cerca de 85 profissionais da Defesa para os Emirados Árabes Unidos. Em contrapartida, 35% se opuseram a essa medida. Ainda, 37% apoiam envio naval para ajudar a desbloquear o estreito de Hormuz, contra 21% que apoiariam tropas terrestres.
Relações internacionais e alianças
60% dos entrevistados desejam que a Austrália coopere com organizações internacionais para evitar nova escalada no Oriente Médio, enquanto 37% apoiam oferecer refúgio a civis deslocados pelo conflito. A pesquisa também indica curiosidade por uma atuação mais próxima com potências do chamado “médio poder”, como Canadá e Japão.
Perspectivas e ações governamentais
O ministro da Defesa, Richard Marles, não descartou ampliar a presença no Golfo após o período inicial de quatro semanas. O governo destaca que o Wedgetail opera principalmente em defesa dos Emirados, alimentando o Centro de Operações Aéreas Conjunto no Qatar, para facilitar coordenação com os EUA.
Relações com os EUA e outras potências
Quando questionados sobre priorizar vínculos com os EUA ou com países como Canadá, Coreia do Sul e Japão, 65% disseram preferir os chamados “middle powers”, contra 35% que mantiveram a preferência pela aliança com os Estados Unidos. Mark Carney, primeiro-ministro canadense, já reforçou a cooperação entre potências médias.
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