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Dificuldades de Trump diante de queda de apoio, isolamento internacional e alta do petróleo após fechamento do Estreito de Ormuz

Aventura. Na Ásia, a disposição em embarcar no conflito é próxma de zero. Depois de ameaçar a Otan, o republicano disse não precisar da organização no Estreito de Ormuz – Imagem: Jung Yeon-Je/AFP e iStockphoto
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  • Após quase 20 dias de guerra no Irã, Trump vê alta do petróleo acima de 120 dólares e isolamento de aliados europeus.
  • O presidente pediu apoio da Otan e de rivais como China e Rússia; China pediu engajamento para liberar o Estreito de Ormuz e a Rússia foi autorizada a vender petróleo no mercado internacional.
  • Internamente, a popularidade de Trump cai e há deserção de figuras de seu governo, como o diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo, Joe Kent, que renunciou.
  • Israel, com Netanyahu, obtém ganhos militares; os EUA atuam como avalistas das causas israelenses, com avanços contra o Irã e ações no Líbano contra o Hezbollah.
  • Na Europa, governos como França, Alemanha e Reino Unido dizem que não é da Otan; EUA passam a enfrentar críticas de aliados e parte da base doméstica.

O anúncio de uma intervenção militar liderada pelos Estados Unidos no Irã provocou flutuações rápidas no mercado global de petróleo. O fechamento parcial do Estreito de Ormuz elevou o preço do barril e aumentou a tensão entre EUA e aliados europeus, que vinham mantendo relação de cooperação até então.

A ação ocorreu em meio à expectativa de uma vitória rápida, que não se confirmou. O isolamento de Washington se acentuou conforme países do bloco ocidental hesitaram em apoiar a ofensiva, ampliando o fosso entre EUA e a União Europeia.

A crise teve reflexos internos nos EUA. Trump enfrentou quedas de popularidade e episódios de deserção entre membros do seu governo, como a renúncia de Joe Kent, diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo, que criticou a continuidade da guerra.

Desgaste político e alinhamentos

Entre críticas e ceticismo, influenciadores do movimento MAGA passaram a questionar o papel dos EUA na ofensiva, apontando que o maior beneficiado seria Israel. Netanyahu, por sua vez, descreveu a operação como dura, mas vantajosa para seus objetivos regionais.

No front externo, o apoio da Otan ficou em aberto. França, Alemanha e outros aliados indicaram que a guerra não deveria envolver a aliança como um todo. Macron, Merz e Starmer enfatizaram que o conflito não é de responsabilidade da Otan e não devem ser acionados recursos militares adicionais.

Morgan de alianças e impactos regionais

De acordo com relatos, Israel avançou na região de forma a debilitar parte da liderança iraniana e ampliar ações no Líbano, onde o Hezbollah atua. Os EUA passaram a atuar como avalista das causas israelenses, conforme as ofensivas avançavam no terreno.

Enquanto isso, o Irã registrou novas baixas de oficiais importantes, incluindo o chefe do Conselho de Segurança, Ali Larijani. O regime manteve a repressão a ações norte-americanas na região, apesar das perdas, buscando manter a narrativa de resistência.

Por fim, cresceu a cautela internacional diante de um conflito prolongado. A imprensa e analistas destacaram que, mesmo com pressões, não houve consenso para ampliar a participação de aliados ocidentais ou para desbloquear o Estreito de Ormuz por vias multilaterais.

Publicado na edição n° 1405 de CartaCapital, em 25 de março de 2026. Este texto aparece na edição impressa de CartaCapital sob o título O filho é teu.

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