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Petro afirma ataques na fronteira com o Equador deixaram 27 corpos carbonizados

Petro diz que bombardeios na fronteira com o Equador deixaram 27 corpos carbonizados; Noboa afirma agir em território próprio contra traficantes

Colombian President Gustavo Petro addresses the Organization of American States (OAS) in Washington, D.C., U.S., February 4, 2026. REUTERS/Kylie Cooper
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  • O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, afirmou que bombardeios na fronteira com o Equador deixaram 27 corpos carbonizados.
  • Petro disse no X que não deu essa ordem e que as ações não foram realizadas pelas forças de segurança colombianas.
  • O presidente do Equador, Daniel Noboa, respondeu dizendo que o país atua em seu território contra traficantes e que as declarações são falsas.
  • Noboa afirmou que as operações ocorrem no território equatoriano, não na Colômbia.
  • A informação foi veiculada em 17 de março pela Reuters.

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, afirmou nesta terça-feira que ataques realizados na fronteira com o Equador deixaram 27 corpos carbonizados. A declaração ocorreu após Petro sugerir, em redes sociais, que os bombardeios teriam ocorrido em território equatoriano.

O presidente equatoriano, Daniel Noboa, respondeu que o seu país está agindo em seu próprio território contra traficantes de drogas. Noboa disse, também pelo X, que as ações são de responsabilidade do governo equatoriano e não resultado de operações colombianas.

Os acontecimentos mencionados referem-se a episódios de violência na fronteira entre Colômbia e Equador, em data ainda não confirmada de forma independente. A imprensa informou que as informações sobre o número de vítimas variavam até a atualização mais recente.

As declarações trocadas entre os dois governos ocorreram após Petro indicar, na noite de segunda-feira, que poços ou explosões teriam sido lançados por forças do Equador. Noboa negou veementemente a hipótese, reiterando que os bombardeios ocorreram no território equatoriano em ações contra criminosos.

A assessoria de imprensa de Aida Pelaez-Fernandez relatou os pormenores da troca de mensagens, sem, no entanto, confirmar detalhes operacionais ou a origem dos ataques. O caso permanece sob avaliação até que haja confirmação independente das informações.

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