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Marinheiros indianos encalhados perto do Irã querem voltar para casa

Marinheiros indianas encalhados no Bandar Abbas aguardam passagem segura pelo Estreito de Hormuz, enquanto drones e ataques afetam frotas e planos de retorno

An aerial view of the Iranian shores and Port of Bandar Abbas in the strait of Hormuz
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  • Em Bandar Abbas, no Irã, cerca de 23.000 indianos que trabalham no setor marítimo estão presos há duas semanas, enquanto navios ao redor são atingidos por drones e mísseis.
  • O grupo de mariners busca passagem segura para retornar à Índia, pois voos de Teerã não estão operando e as companhias já liberaram os tripulantes de serviço.
  • A tripulação aguarda autorização para navegar ou encontrar outro destino próximo, temendo ficar retida por dias ou semanas a mais.
  • Drones, jatos de combate e o aviso de que a passagem pelo estreito poderia trazer consequências deixaram os tripulantes em alerta; o acesso à internet via Starlink foi cortado e, recentemente, reativado.
  • A Índia, maior parceira de mão de obra marítima externa, coordena esforços com autoridades iranianas para garantir a segurança dos trabalhadores; dois cargueiros de gás líquidos com bandeira indiana receberam passagem pelo estreito.

Ambuj, marinheiro de 26 anos, está entre cerca de 23 mil კით Indianos trabalhando em navios mercantes, portuários e offshore na região do Golfo. Ele e 15 colegas permanecem atracados em Bandar Abbas, no Irã, há duas semanas, diante de drones e mísseis que incendiaram navios próximos. A situação, ligada ao conflito entre Irã e EUA e Israel, ganhou atenção no mercado de trabalho náutico.

O navio de Ambuj está cercado por mais de 50 embarcações, com fretes aguardando passagem pelo Estreito de Hormuz. A tripulação recebeu orientação de que navegar sem escolta ou autorização é perigoso, e aguarda passagem segura para retornar ao lar. Voos de Teerã ainda não operam, complicando a viagem de ida.

A tripulação foi informada, por meio de rádio, sobre avisos vindos da Guarda Revolucionária do Irã de que a passagem poderia ter consequências. Inicialmente, os setores responsáveis não liberaram a navegação, levando à espera que pode se prolongar por dias ou semanas.

Mudanças na situação de trânsito

Drones, sirenes e veículos aéreos sobrevoando a área foram relatados por equipes a bordo. Autoridades iranianas desligaram temporariamente o serviço de Starlink, dificultando a comunicação com familiares até o começo de março. A retomada do serviço ocorreu após o dia 6, facilitando mensagens para casa e confirmação de notícias.

Um segundo tripulante, que pediu anonimato, conta que o navio se aproxima de um destino no Sul da Ásia e transporta betume e petróleo cru. Ele relata avistamentos de aeronaves e drones, além de ansiedade entre a tripulação pela incerteza da passagem pelo estreito.

Veículos de transporte de gás liquefeito, com bandeira indiana, puderam transitar o Estreito de Hormuz na última sexta-feira, segundo fontes. O embaixador do Irã na Índia confirmou a passagem segura para navios indianos. Essas autorizações ocorrem em meio a medidas para reduzir a exposição de tripulações ao conflito regional.

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