- O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou não haver evidência clara de que o Irã tenha colocado minas no estreito de Hormuz.
- A avaliação diverge de reportagens anteriores que indicavam a possível implantação de cerca de uma dúzia de minas no estreito.
- O estreito de Hormuz é a passagem para cerca de um quinto do petróleo mundial.
- Hegseth reiterou durante o briefing que não há evidência clara sobre a presença de minas, mesmo com relatos públicos.
- Enquanto isso, os preços do petróleo ficam próximos de 100 dólares por barril, em meio ao 14º dia de conflito entre Estados Unidos e Israel.
No evidência clara de que o Irã tenha colocado minas no estreito de Ormuz, afirma o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, em briefing nesta sexta-feira. A declaração contrasta com notas de imprensa anteriores sobre possíveis instalações no estreito.
Segundo informações divulgadas, há relatos de que o Irã teria implantado cerca de uma dúzia de minas no canal estratégico, que permite passagem de uma quinta parte do petróleo mundial. As minas seriam alvo de vigilância constante.
Hegseth ressaltou que não há confirmação objetiva dessas minas até o momento e que não existe evidência conclusiva. O comentário ocorre enquanto os EUA e aliados acompanham oscilações no preço do petróleo em meio ao andamento do conflito entre EUA e Israel, que já dura 14 dias, com o barril próximo de 100 dólares.
Contexto econômico e estratégico
A tensão na região segue acompanhada de volatilidade nos mercados de energia, influenciando cotações globais. Fontes oficiais enfatizam a necessidade de avaliação criteriosa antes de confirmar qualquer instalação de minas ou outras ações no estreito.
A cobertura da Reuters registra a informação de correspondentes em Washington, com edição de redatores especializados, e reforça o caráter informativo das afirmações do governo dos EUA sobre o assunto.
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