- O cargueiro russo de LNG Arctic Metagaz permanece à deriva no Mediterrâneo, após alegação de ataque com drones defensores ucranianos, segundo Moscou.
- Nautical miles: a embarcação fica a cerca de 30 milhas náuticas de Linosa, ilha italiana, entre Itália e Malta, em águas internacionais.
- 30 membros da tripulação foram evacuados; não está claro quanto LNG e combustível ainda estão a bordo.
- A solução discutida seria a contratação por parte da gestão russa, SMP Techmanagement, de uma empresa especializada para rebocar a embarcação em segurança; Itália não quer que o navio atrace em seus portos.
- A marinha italiana, a bordo de rebocadores e de um dispositivo de resposta ambiental, monitora a situação; Malta alertou outras embarcações para manter distância mínima de cinco milhas náuticas.
O navio-tanque russo Arctic Metagaz, carregando GNL, permanece à deriva no Mediterrâneo após um suposto ataque de drones ucranianos, segundo fontes ouvidas pela Reuters nesta sexta-feira. A Rússia afirma que o ataque ocorreu na semana anterior, ocorrido na região ao sul de Malta. Kyiv não assumiu responsabilidade.
A embarcação esteve com 30 membros da tripulação evacuados após o incidente. A embarcação segue flutuando em águas internacionais, sob escolta de uma dragagem, de uma unidade de resposta ambiental e de uma guarda costeira italiana, que monitoram a situação próximo a Linosa, ilha italiana, a cerca de 30 milhas náuticas da costa.
Situação atual e ações das autoridades
Fontes italianas indicam que ainda não se sabe exatamente quanto GNL e combustível permanecem a bordo. A opção principal discutida é que a SMP Techmanagement, gestora do navio com base na Rússia, contrate uma empresa especializada para rebocar a embarcação até um ponto seguro.
Desdobramentos e contexto operacional
A Itália afirmou que não deseja que o navio atracque em seus portos, classificando a carga como potencial perigo. Relatos apontam que o dano ocorreu acima da linha d´água, com uma grande abertura no casco e a proa mantendo a flutuabilidade, ainda que o lado par lade tenha ficado comprometido.
Controle de risco e linha de atuação
A Guarda Civil italiana informou que o projeto permanece sob monitoramento e que o navio não se dirige a águas italianas. A embarcação já se aproximou de Malta, chegando a 22 milhas náuticas da ilha, e despontou para uma deriva posterior, estando a cerca de 61 milhas ao largo na quinta-feira.
Reação de Malta e postura internacional
A autoridade de transportes de Malta orientou outras embarcações a manterem distância de pelo menos cinco milhas náuticas do Arctic Metagaz a todo momento. O primeiro-ministro maltês, Robert Abela, disse que o governo está pronto para agir se necessário, sem detalhar ações previstas.
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