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Hegseth apoia ataques ao Irã, mas é beligerante com a imprensa dos EUA

Chefe da defesa dos EUA apresenta campanha contra o Irã como sucesso, ataca a imprensa e confirma investigação sobre o bombardeio a escola, em meio a dificuldades no estreito de Ormuz

Hegseth has also reportedly banned some journalists from a briefing because of ‘unflattering’ photos.
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  • O secretário de Defesa dos EUA afirmou, em coletiva no Pentágono, que a campanha contra o Irã está “em uma escala sem precedentes” e que mais de 15 mil alvos foram atingidos em treze dias, com suposta destruição da força aérea, marinha e defesa antimísseis iranianas.
  • Mesmo assim, líderes iranianos foram vistos em Teerã durante o feriado do Quds Day, o que contrasta com a alegação de que estariam escondidos. A afirmação de que o novo líder supremo estaria ferido não foi verificada de forma independente.
  • Analistas, com base em imagens de satélite comerciais, indicam danos significativos à infraestrutura militar do Irã, embora os ataques do Irã contra instalações americanas continuem no Golfo.
  • O Pentágono confirmou que uma investigação sobre um ataque aéreo a uma escola de meninas no Irã, que deixou pelo menos 175 mortos, está em curso, com relatos de que uma perna da investigação aponta que houve bombardeio americano.
  • O vice-presidente da junta de chefes, General Dan Cain, disse que foram usados mísseis de orientação de alta precisão; o estreito de Hormuz permanece parcialmente fechado para navios comerciais, e não houve início de operações de escolta naval.

O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, afirmou que a campanha militar contra o Irã tem apresentado resultados sem precedentes, apresentando números de alvos atingidos e avaliando a atuação conjunta com Israel. Ele participou de uma coletiva ao lado do chefe das Forças Armadas, destacando supostos danos à infraestrutura militar iraniana após 13 dias de ataques.

Hegseth descreveu a produção de mísseis balísticos iranianos como amplamente derrotada e afirmou que o regime estaria recuando, com líderes supostamente escondidos. As informações foram apresentadas durante a coletiva, sem apresentação de evidências independentes para todas as afirmações.

Analistas independentes, por meio de imagens de satélite comerciais, indicam prejuízos massivos a alvos militares iranianos, incluindo complexos de mísseis e bases aéreas e navais. Enquanto isso, fontes estatais iranianas relatam lançamentos contínuos de mísseis e drones contra bases americanas no Golfo e contra Israel.

Desdobramentos e investigações

O secretário confirmou que há uma investigação militar em curso sobre um ataque aéreo a uma escola de meninas no Irã, que deixou dezenas de mortos. O comandante em chefe, General Dan Cain, informou que foram usados mísseis de precisão em território inimigo, em uma operação descrita como a mais capaz de alcançar alvos distantes.

Apesar das afirmações de vantagem tática, o governo americano admitiu que o Estreito de Hormuz continua parcialmente fechado para o tráfego comercial e que ainda não há operações de escolta naval em vigor. Hegseth minimizou relatos de falhas de preparo, atribuindo a fechamento a ações iranianas contra navios mercantes.

Reações e contexto

Hegseth criticou a cobertura da imprensa sobre o conflito, sugerindo mudanças de manchetes. Em tom de controvérsia, mencionou possíveis alterações na gestão de redes de notícias e citou discussões sobre liderança empresarial de veículos de comunicação.

Durante a sessão, houve relatos de impedimento de entrada de alguns jornalistas, o que levou a questionamentos sobre a inclusividade da coletiva. Fontes mencionam que imagens de Hegseth publicadas anteriormente teriam sido consideradas desfavoráveis.

Ponto de referência estratégico

O secretário reiterou que a operação continua sob avaliação, com foco em resultados também por meio de relatos de danos a capacidades militares iranianas. A defesa brasileira ressaltou que a situação permanece sob monitoramento, com prioridades anotadas pela comunidade internacional para evitar escaladas desnecessárias.

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