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Assessor de Trump, Darren Beattie, teve visita a Bolsonaro negada

Visto de Darren Beattie é revogado e visita a Bolsonaro é negada, gerando impasse diplomático entre Brasil e Estados Unidos

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  • Darren Beattie, assessor de Donald Trump para assuntos relacionados ao Brasil, teve o visto revogado e a visita a Jair Bolsonaro negada; ele viria ao país na próxima semana.
  • O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que a proibição estaria ligada à não concessão do visto do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que também teve o visto bloqueado.
  • Na noite de ontem, o ministro Alexandre de Moraes revogou a autorização de visita de Beattie a Bolsonaro, que havia sido liberada para o dia 18 de março.
  • Segundo a Folha de S. Paulo, Beattie não pediu agenda diplomática ao governo brasileiro; ele havia marcado apenas a visita a Bolsonaro, e Itamaraty informou que o pedido ocorreu após Bolsonaro solicitar a visita.
  • O Itamaraty avaliou que uma eventual visita a um ex-presidente preso em ano eleitoral poderia configurar ingerência indevida segundo a lei internacional; Mauro Vieira disse que nenhuma agenda está confirmada.

Darren Beattie, assessor de Donald Trump, teve o visto para entrar no Brasil revogado e a visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro na Papudinha negada. Ele viria ao país na próxima semana, conforme anunciado anteriormente.

Beattie foi nomeado pelo presidente dos EUA para acompanhar assuntos ligados ao Brasil e atua como secretário assistente interino de Estado para educação e cultura. O assessor é crítico do governo Lula e do ministro Alexandre de Moraes, do STF, a quem já se referiu como arquiteto de censura.

Visto revogado e visita cancelada

O presidente Lula afirmou que a proibição de viagem estaria relacionada à não concessão do visto ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, cuja autorização está bloqueada. Moraes revogou, na noite de ontem, a autorização de visita de Beattie a Bolsonaro, após ter autorizado para o dia 18.

Segundo a Folha de S.Paulo, Beattie não solicitou reuniões com o governo brasileiro; a agenda era apenas a visita a Bolsonaro. O Itamaraty informou que a visita havia sido comunicada pelos canais oficiais, mas não previa contatos com a pasta diplomática.

O Itamaraty indicou que uma eventual visita a Bolsonaro, em ano eleitoral, poderia configurar ingerência indevida conforme a legislação internacional. O ministro Mauro Vieira afirmou ao STF que nenhuma agenda está confirmada até o momento, e a embaixada dos EUA pediu outras reuniões após o pedido inicial.

A postura do Itamaraty foi interpretada como falta de transparência na comunicação, com a defesa de Bolsonaro admitindo que a agenda não tinha relação com outras autoridades. O órgão destacou que a reciprocidade entre estados é aplicada em casos de mentiras sobre intenções de visita.

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