- Melania Trump presidiu uma reunião do Conselho de Segurança da ONU sobre crianças e educação em conflitos, em 2 de março.
- Foi a primeira vez que o cônjuge de um líder mundial em exercício conduziu uma sessão do órgão com quinze membros.
- O objetivo foi enfatizar a educação como caminho para promover tolerância e paz no mundo.
- A reunião ocorreu no contexto de ataques dos EUA e de Israel contra o Irã, que geraram alerta da ONU sobre a proteção de crianças.
- A UNICEF destacou o impacto da escalada militar na região para milhões de crianças, enquanto representantes dos países envolvidos apresentaram diferentes acusações e preocupações.
Melania Trump conduziu uma reunião do Conselho de Segurança da ONU dedicada a crianças e educação em contextos de conflito. O encontro ocorreu na manhã de 2 de março, no Palazzo das Nações Unidas, em Nova York, após ataques dos EUA e de Israel contra o Irã. A decisão ocorreu dois dias depois do início das ações, que provocaram advertências da ONU sobre a proteção de crianças.
Foi a primeira vez que o cônjuge de um líder mundial em exercício presidiu uma reunião do Conselho de Segurança de 15 membros. O gesto foi anunciado na semana anterior, antes do lançamento dos ataques, que elevou tensões regionais.
O objetivo declarado de Melania Trump foi destacar a educação como instrumento de tolerância e paz mundial, em uma sessão intitulada Children, Technology, and Education in Conflict. Em comunicado ao Conselho, a primeira-dama enfatizou o compromisso dos EUA com as crianças ao redor do mundo.
Contexto internacional
A Índia de Minab, no Irã, foi alvo de acusações de um ataque a uma escola primária feminina, com relatos de dezenas de mortes segundo o enviado iraniano Amir Saeid Iravani. Espera-se confirmação independente sobre os números. Iravani descreveu a ação como grave violação.
A UNICEF indicou que a escalada militar na região representa um momento perigoso para milhões de crianças, reiterando o apelo por um cessar-fogo imediato. A agência destacou o risco humanitário decorrente de hostilidades em áreas civis.
posição de autoridades e UN
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que Washington não mira deliberadamente escolas. O embaixador de Israel na ONU lamentou a perda de vidas de civis e mencionou relatos conflitantes sobre o ataque ao referido alvo. O embaixador chinês, Fu Cong, apontou violações contra crianças e pediu responsabilização.
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