- O líder supremo do Irã, ayatolá Ali Khamenei, foi morto em ataques dos Estados Unidos e de Israel, conforme a mídia estatal, em meio a nova onda de ataques no país.
- A notícia gerou reações internacionais, incluindo condolências formais do presidente russo, Vladimir Putin.
- A ministra de Relações Exteriores da Suécia, Maria Stenergård, afirmou que a morte pode abrir oportunidades, mas há muitas incertezas e o risco de uma spiral de violência no Oriente Médio permanece grande.
- O Conselho de Ulemás Muçulmanos da Indonésia (MUI) expressou condolências pela morte de Khamenei e questionou a estratégia dos EUA e do BoP (Board of Peace), pedindo que o governo indonésio se retire da BoP.
O líder supremo do Irã, Ayatollah Ali Khamenei, foi morto em ataques dos EUA e de Israel, segundo a mídia estatal. A confirmação ocorreu enquanto uma nova onda de ataques atingia o país neste domingo.
A notícia indica que Khamenei e membros da família foramAlvo de um ataque coordenado. As informações foram divulgadas por veículos oficiais iranianos, sem detalhar a origem dos ataques adicionais.
O evento ocorre em meio a tensões regionais elevadas e a uma escalada de violência que envolve o Irã e atores internacionais. Detalhes sobre causfisas, responsabilizações ou desdobramentos ainda são fragmentados.
Reações internacionais
O presidente russo Vladimir Putin expressou condolências pelo assassinato do líder iraniano e pela perda de membros da família, destacando a violação de normas morais e do direito internacional.
A ministra sueca das Relações Exteriores, Maria Strenergård, mencionou o falecimento de Khamenei e ressaltou que o desfecho pode abrir oportunidades, mas sinalizou incertezas e o risco de nova escalada na região.
O Conselho de Clero Muçulmano da Indonésia (MUI) manifestou condolências e questionou a estratégia norte-americana no conflito palestino, sugerindo que a atuação pode afetar a independência palestina e pedindo que o governo indonês reavalie sua participação em fóruns de paz.
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