- Sirenes de ataques aéreos e zumbido de caças marcaram o dia em Israel, enquanto judeus religiosos procuram abrigo durante o shabat, com cerca de noventa segundos para chegar a um refúgio.
- O país entrou em estado de emergência às oito da manhã; foram proibidas reuniões públicas, escolas e golpes de trabalho fechados, e pacientes foram transferidos para instalações subterrâneas. No domingo, apenas lojas de necessidades básicas devem abrir.
- O Ministério da Educação anunciou que as escolas permanecerão fechadas pelo menos até segunda, com ensino a distância; não haverá atividade parlamentar.
- Em Mea Shearim e outras áreas, scene de vida cotidiana persiste sob tensão: protestos ultrarreligiosos, pessoas em sinagogas e recusas de usar celulares durante o shabat; há relatos de trabalhadores estrangeiros e moradores palestinos afetados.
- A maioria dos israelenses segue normas de proteção e depende de abrigos, com a defesa antimísseis e apoio internacional (Estados Unidos, Jordânia, Reino Unido) como respaldo.
O zumbido dos aviões e sirenes antiaéreas marcaram a jornada em Israel. Há relatos de ataques que teriam começado pela manhã, com defesas antiaéreas interceptando mísseis iranianos em várias regiões, incluindo Jerusalém. O cenário ocorreu durante o Shabat, quando muitos judeus religiosos não utilizam dispositivos eletrônicos.
Em Jerusalém e arredores, moradores buscaram abrigo em subterrâneos ou abrigos de proteção. Um casal idoso, Yosef e Dina, ficou em segurança por cerca de 90 segundos até chegar ao abrigo próximo ao Museu da Tolerância. O relato mostra dúvidas sobre o que ocorria, mas a resposta das sirenes era contínua.
Yonathan e Ilana, imigrantes franceses há uma década, descrevem a adaptação ao protocolo de alerta. O Shabat impediu o uso de aparelhos e os dois relatam uma sensação de normalização progressiva diante do alerta contínuo. Em Mea Shearim, locais de oração convivem com a pausa de atividades e com a circulação restrita.
Medidas e impacto institucional
Desde as 08h, Israel entrou em estado de emergência com restrições públicas. Reuniões foram proibidas, escolas e locais de trabalho fechados, e pacientes transferidos para áreas subterrâneas de hospitais. O governo anunciou que, no domingo, apenas serviços essenciais devem abrir; aulas presenciais devem retornar apenas com ensino remoto.
O esforço de defesa inclui sistemas antimísseis de Israel, com suporte de aliados como EUA, Jordânia e Reino Unido. Enquanto parte da população confia na defesa, outros permanecem em casa, aguardando novas instruções e atualizações sobre a situação na região.
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