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MST defende Irã após ataques dos EUA e de Israel

MST condena ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã e cobra cessar agressões; movimento aponta violação da soberania e convoca pressão internacional

MST condenou os ataques de EUA e Israel ao Irã e manifesta solidariedade ao povo iraniano (Foto: Laís Alanna/ MST Divulgação)
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  • MST publicou nota pública condenando os ataques militares dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, classificando-os como criminosos.
  • O movimento afirma que as ações visam mudar o regime e violam a soberania iraniana e o direito internacional, ocorrendo em meio a negociações diplomáticas.
  • O MST convoca países a pressionarem EUA e Israel para cessar as agressões e manifesta solidariedade ao povo iraniano.
  • O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou a morte do aiatolá Ali Khamenei, chamando-o de “uma das pessoas mais perversas da História”.
  • Trump disse que a morte de Khamenei é a maior oportunidade para o Irã retomar o controle, e mencionou que a Guarda Revolucionária busca imunidade junto aos Estados Unidos; Khamenei liderou o país por 35 anos.

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) publicou neste fim de semana uma nota pública condenando os ataques militares dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã. A declaração classifica as ações como criminosas e atribui a responsabilidade a regimes imperialistas e sionistas, argumentando que o ataque ocorreu durante negociações diplomáticas.

Para o MST, as ofensivas teriam o objetivo de promover uma mudança de regime e violariam a soberania do Irã e o direito internacional. A nota também sustenta que a intervenção busca domínio geopolítico de potências ocidentais e a apropriação de recursos naturais, pedindo pressão mundial para a cessação imediata das agressões.

A entidade afirma que a resistência do povo iraniano merece solidariedade e convoca a sociedade global a se manifestar contra as políticas externas dos governos dos EUA e de Israel. O apelo é dirigido de modo particular à população norte-americana, segundo o texto.

Reação de Trump

Ao confirmar a morte do líder iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, o presidente dos EUA, Donald Trump, descreveu o falecido como uma figura extremamente perniciosa. Segundo a avaliação dele, a morte representaria justiça para o povo do Irã e para pessoas de diversos países afetadas pela atuação de Khamenei.

Trump afirmou ainda que a morte de Khamenei abriria uma oportunidade para o retorno do controle do país ao seu povo. Segundo ele, integrantes da Guarda Revolucionária, das forças militares e de segurança procurariam imunidade junto aos Estados Unidos.

Ali Khamenei era considerado o dirigente mais poderoso do Irã, acumulando as funções política, religiosa e militar ao longo de 35 anos de governo. A liderança foi consolidada após a Revolução Islâmica de 1979, marcando uma etapa histórica no Oriente Médio.

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