- O Ministério das Relações Exteriores divulgou nota oficial apresentando profunda preocupação com a escalada de hostilidades no Golfo, classificada como grave ameaça à paz e à segurança internacionais.
- O Brasil condenou os ataques de Estados Unidos e Israel ao Irã e ressaltou que a Diplomacia é o caminho para a paz.
- A nova manifestação expressa solidariedade a países do Golfo atingidos por ações retaliatórias do Irã em 28 de fevereiro: Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos, Iraque, Kuwait e Jordânia.
- O governo pediu máxima contenção, respeito ao Direito Internacional e proteção de civis e infraestrutura civil, evitando a escalada do conflito.
- A nota reafirma a importância do diálogo e destaca o papel central das Nações Unidas na prevenção e na resolução de conflitos.
O Ministério das Relações Exteriores divulgou neste sábado uma nova nota oficial sobre a escalada militar no Oriente Médio. O governo brasileiro condenou os ataques realizados pelos Estados Unidos e por Israel contra alvos no Irã e, na sequência, manifestou solidariedade aos países do Golfo atingidos por retaliações.
O texto ressalta a profunda preocupação com a escalada de hostilidades e classifica o cenário como grave ameaça à paz e à segurança internacionais. O comunicado aponta impactos humanitários e econômicos de amplo alcance e pede a interrupção de ações militares ofensivas.
O Brasil reforça que todas as partes devem cumprir o Direito Internacional, evitar a escalada e proteger civis e infraestrutura civil. A nota expressa solidariedade à Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos, Iraque, Kuwait e Jordânia, alvos de ataques retaliatórios do Irã em 28 de fevereiro.
Além disso, o texto lamenta a perda de vidas civis e afirma o compromisso brasileiro com a proteção de civis, conforme o Direito Internacional Humanitário. O governo enfatiza a importância do diálogo e da negociação diplomática para a solução de conflitos.
Contexto diplomático e próximos passos
A nota reafirma que a diplomacia é o caminho viável e cita a atuação das Nações Unidas como papel central na prevenção e resolução de conflitos, conforme a carta fundadora da organização. O Brasil diz acompanhar a situação com atenção e continuará buscando a resolução pacífica.
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