- Aproximadamente 250 mil pessoas participaram de uma manifestação em Munique contra o regime iraniano, durante a Conferência de Segurança da cidade.
- A mobilização exibe a cobrança pela queda da República Islâmica, em repúdio à repressão aos protestos ocorridos no Irã no mês passado.
- Razieh Shahverdi, iraniana de 34 anos, afirmou que “quando um governo mata seu povo na rua, não é digno de confiança”, ao falar na praça Theresienwiese.
- Chegou ao ato Reza Pahlavi, filho do último xá do Irã, que pediu aos Estados Unidos, representado pelo presidente Donald Trump, auxílio ao povo iraniano.
- Muitos manifestantes exibiam a bandeira iraniana com leão e sol, símbolo da monarquia que antecedeu 1979, e Pahlavi disse estar pronto para conduzir uma transição política no Irã.
Foi registrado em Munique cerca de 250 mil manifestantes contra o regime iraniano, neste sábado, 14. O ato ocorreu na praça Theresienwiese, em meio à Conferência de Segurança que reúne líderes mundiais até este domingo.
A mobilização reuniu pessoas de diferentes países europeus, que pedem o fim da República Islâmica após a repressão aos protestos no Irã no mês anterior. O objetivo central é a queda do regime.
Entre os presentes, Razieh Shahverdi, iraniana de 34 anos, afirmou que um governo que mata seu povo não é confiável, após viajar de Paris para participar da mobilização.
Chegou ao ato Reza Pahlavi, filho do último xá, que participou da Conferência de Segurança e pediu apoio internacional para a oposição iraniana. Ele sinalizou disposição para conduzir uma transição política no Irã.
Muitos manifestantes empunhavam a bandeira histórica do Irã, com leão e sol, símbolo da monarquia até 1979. A presença do grupo junto à multidão destacou o pleito por mudanças no país.
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