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Rubio encontra Zelenskyy em Munique; ataques russos deixam milhares sem energia

Ataques russos deixam dezenas de milhares sem energia na Ucrânia, enquanto Rubio se prepara para encontro com Zelenskyy em Munique, em meio a novas discussões diplomáticas

Ukrainian rescuers work at the site of a Russian early-morning guided bomb strike on a residential area in Kramatorsk of Donetsk region, eastern Ukraine, on Thursday that Ukraine said left at least two people injured.
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  • O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, deve encontrar Volodymyr Zelenskyy na Munich Security Conference e sinaliza tom menos combativo, falando em uma “nova era” da geopolítica.
  • A guerra na Ucrânia está na agenda da conferência, com o presidente francês, Emmanuel Macron, buscando retomar negociações com Vladimir Putin, mas sem expectativa de contato imediato.
  • Ucrânia foi alvo de ataques com mísseis e drones, deixando dezenas de milhares sem calor, energia e água; em Kyiv cerca de 3.500 prédios ficaram sem aquecimento, e mais de 100 mil famílias ficaram sem energia.
  • Odessa foi atingida duas vezes em menos de 24 horas; em Dnipro houve ataque que feriu quatro pessoas; na região de Kharkiv houve morte de duas pessoas e feridos em Lozova.
  • Países aliados já prometeram cerca de $ 35 bilhões em assistência militar a Kyiv neste ano, com novos compromissos e promessas anteriores já anunciadas.

O Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que terá a oportunidade de encontrar o presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy na Conferência de Segurança de Munique desta semana. Rubio acessou que pretende adotar uma linha menos confrontativa, mas com mudanças de crença estratégica, ao se dirigir ao encontro. Antes de embarcar para a Europa, ele ressaltou a importância da relação entre EUA e Europa e disse que vivemos uma nova era geopolítica que exige reavaliação.

A pauta da conferência inclui a guerra na Ucrânia, que voltou a dominar os debates. O presidente francês, Emmanuel Macron, viaja para a Alemanha com a esperança de retomar conversas com o presidente russo Vladimir Putin, embora admita que isso levará tempo e requer acordos entre países europeus sobre o que desejam de Moscou.

No território ucraniano, ataques russos com mísseis e drones causaram novos estragos na infraestrutura energética, deixando milhares sem calor, água e eletricidade. Kyiv informou cerca de 3.500 edifícios residenciais ficaram sem aquecimento, com mais de 100 mil famílias desabastecidas de energia, segundo a concessionária DTEK.

Ameaça ao fornecimento de energia e impactos locais

Odesa sofreu novo ataque em menos de 24 horas, atingindo casas, indústrias e infraestrutura de energia. Um incêndio em um mercado da cidade foi registrado e houve feridos. Em Dnipro, um ataque combinado de mísseis e drones feriu quatro pessoas, incluindo uma criança. Na região de Kharkiv, um ataque à estação ferroviária de Lozova deixou dois mortos e seis feridos.

Repercussões diplomáticas e apoio internacional

O governo ucraniano recebeu promessas de cerca de 35 bilhões de dólares em ajuda militar de aliados ocidentais neste ano, conforme afirmou o ministro britânico da Defesa, John Healey, após reunião de parceiros de Kyiv. Alemanha já havia anunciado 11,5 bilhões de euros em auxílio. As doações incluem compromissos recentes e promessas anteriores para reforçar Kyiv.

Outros desdobramentos regionais

Na Rússia, mais de 220 mil pessoas ficaram sem energia na região de Belgorod após falha em uma subestação, informou o governador Vyacheslav Gladkov. Ele apontou que equipes de emergência trabalham para restabelecer o serviço, com estimativa de pelo menos quatro horas para a recuperação.

Outras informações humanitárias e esportivas

Ainda nos Estados Unidos, a Primeira-Dama Melania Trump coordenou a reunificação de mais um grupo de crianças entre高度 ucranianas e seus familiares, segundo a Casa Branca. O número exato de crianças não foi divulgado e não houve detalhes sobre o momento do encontro. Em paralelo, o corpo olímpico afastou um atleta ucraniano em meio a controvérsias sobre uma homenagem de memória aos mortos da guerra, provocando apoio a Kyiv.

A violência continua a afetar civis e a logística de energia na Ucrânia, enquanto diplomatas reiteram a necessidade de coordenação entre aliados para apoiar Kyiv e pressionar Moscou por meio de meios políticos e militares.

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