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Emissário dos EUA em Genebra desperta esperanças na ONU

Todd Steggerda assume posto de enviado dos EUA em Genebra, sinalizando intenção de manter engajamento com as Nações Unidas, sujeito à aprovação do Senado

The flag alley at the United Nations European headquarters is seen during the Human Rights Council in Geneva, Switzerland, September 11, 2023. REUTERS/Denis Balibouse/File Photo
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  • Os Estados Unidos planejam nomear um embaixador junto à Organização das Nações Unidas em Genebra, posição hoje vaga há bastante tempo, sinalizando desejo de manter envolvimento com o corpo internacional.
  • O escolhido é Todd Steggerda, advogado e ex-piloto da Marinha dos EUA, de Virginian, e a nomeação depende da aprovação do Senado.
  • O anúncio ocorre num contexto de tensão com a ONU, pois o governo Trump criticou a organização por não apoiar plenamente seus esforços de paz.
  • Washington deve mais de 2 bilhões de dólares ao orçamento central da ONU e disse que fará um pagamento inicial como parte de uma agenda de reforma.
  • Em janeiro, os EUA anunciaram a saída de várias organizações internacionais e entidades da ONU, incluindo a Organização Mundial da Saúde, mas permanecem ativas em algumas agências em Genebra.

A Casa Branca anunciou a nomeação de Todd Steggerda, advogado e ex-piloto da Marinha dos EUA, para ocupar a vaga de embaixador junto à ONU em Genebra, nos EUA, sujeita à aprovação do Senado. A confirmação é vista como sinal de continuidade do esforço americano de manter diálogo com o organismo.

Steggerda foi escolhido para chefiar a representação norte-americana na ONU em Genebra, em meio a críticas de Washington sobre a atuação da organização. A nomeação ocorre após o país sinalizar cortes e reavaliações de alianças com algumas entidades internacionais.

O anúncio foi feito na quarta-feira pelo redor da Casa Branca, que justificou a escolha pela experiência jurídica e militar do indicado. A função envolve representar o país em negociações com agências da ONU sediadas na cidade suíça.

A decisão acontece num contexto de tensões e reformas discutidas em Washington, onde o governo tem pressionado pela revisão do funcionamento de várias entidades internacionais. O objetivo é alinhar as atividades com interesses nacionais.

No mês passado, o governo americano já havia deslocado posições, com a saída formal de várias organizações internacionais e de entidades ligadas à saúde global, além de distanciamento de órgãos de direitos humanos. A mudança em Genebra busca manter voz ativa.

Paralelamente, Washington continua a pagar parte de seu saldo devedor com a ONU, anunciando pagamentos parciais enquanto defende reformas estruturais e maior responsabilidade financeira por parte da organização.

A nomeação é acompanhada de críticas sobre o peso financeiro do país na ONU, com autoridades ressaltando que a cooperação e as reformas são essenciais para manter o engajamento e cumprir prioridades de segurança e comércio globais.

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