- Se os sul-coreanos afirmam, com base na Agência Nacional de Inteligência, que Kim Jong-un escolheu a filha Ju-ae, de cerca de 13 anos, como herdeira.
- A NIS diz que o papel de Ju-ae em eventos públicos indica que ela seria a número dois de fato no regime norte-coreano.
- Legisladores sul-coreanos afirmaram que a NIS informou que Ju-ae já está sendo designada internamente como sucessora em processo de estudo.
- A próxima reunião do governante do Partido dos Trabalhadores pode esclarecer se Ju-ae participa e se assume título oficial, segundo a avaliação dos parlamentares.
- Além disso, a Coreia do Norte continua o fortalecimento de um grande submarino capaz de levar até dez mísseis balísticos, com cerca de 8.700 toneladas de deslocamento, potencialmente movido por reator nuclear.
A Coreia do Sul afirma que Kim Jong-un escolheu sua filha adolescente Ju-ae como herdeira. A avaliação foi apresentada por parlamentares sul-coreanos após uma sessão informativa com a Agência Nacional de Inteligência (NIS). Segundo a NIS, Ju-ae tem participação cada vez mais evidente em eventos públicos, o que indicaria estar atuando como número dois de facto do regime.
Os dois ao menos, Lee Seong-kweun e Park Sun-won, disseram que a NIS descreveu Ju-ae como designada internamente, não apenas em estágio de estudo. A inteligência mantém o acompanhamento sobre se a filha participará de futuras reuniões oficiais do líder do Partido dos Trabalhadores.
Ju-ae tem surgido com maior frequência na mídia estatal norte-coreana, acompanhando Kim Jong-un em inspeções de projetos armamentistas. Especialistas avaliam que a família Kim pode estar preparando a quarta geração para liderar o regime.
Contexto político e militar
A Coreia do Norte anunciou a abertura do nono Congresso do Partido dos Trabalhadores para o fim de fevereiro, com foco em objetivos econômicos, externos e de defesa. O evento deve redefinir diretrizes para os próximos anos, segundo fontes oficiais.
Paralelamente, Kim Jong-un supervisiona o desenvolvimento de um grande submarino com capacidade para até 10 misseis balísticos lançados de submarinos. O projeto, com deslocamento de cerca de 8.700 toneladas, poderia exigir reactor nuclear para propulsionar a unidade.
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