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EUA pressionam ONU por reformas enquanto pagam suas cotas

EUA manterão pressão por reformas na ONU enquanto quitam suas quotas, com pagamento inicial esperado em semanas, reforçando escrutínio sobre eficiência e cortes

U.S. Ambassador to the United Nations Mike Waltz addresses an event marking the International Holocaust Remembrance Day at the United Nations headquarters in the Manhattan borough of New York City, U.S., January 27, 2026.
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  • Os Estados Unidos manterão a pressão por reformas na Organização das Nações Unidas, ao mesmo tempo em que pagará as suas dívidas.
  • Washington deve realizar um pagamento inicial em semanas, segundo o embaixador americano na ONU, Mike Waltz.
  • O país é o maior contribuinte do orçamento da ONU, mas deixou de pagar parcelas obrigatórias e cortou financiamento voluntário a agências.
  • A ONU estima que os EUA devem 2,19 bilhões de dólares ao orçamento regular, além de 2,4 bilhões de dólares para missões de paz e 43,6 milhões de dólares para tribunais.
  • Waltz pediu medidas de redução de custos e uso de tecnologia, enquanto as agências avançam com reformas que já reduziram o orçamento e eliminaram vagas.

O embaixador dos EUA na ONU, Mike Waltz, afirmou em Genebra que Washington continuará pressionando a Organização das Nações Unidas a se reformar, mesmo após ter retirado apoio a dezenas de agências e reduzido bilhões de dólares em financiamento no ano passado. Ele destacou que o pagamento das obrigações da U.N. ocorrerá em semanas, ainda que persista a cobrança por mudanças estruturais.

Waltz reforçou que os EUA continuam sendo o maior contribuinte do orçamento da ONU e que manterão a cobrança por eficiência e reformas, ao mesmo tempo em que cumprir toda a sua parte no pagamento das dívidas. O diplomata não detalhou o montante que será pago de imediato.

Segundo a ONU, Washington deve US$ 2,19 bilhões ao orçamento regular, além de US$ 2,4 bilhões para missões de paz em curso e US$ 43,6 milhões para tribunais da organização. Os números refletem débitos acumulados por décadas de tensões com a gestão financeira da ONU.

Pressão por reformas e impactos

Waltz, em Genebra, afirmou que as reformas já em curso, inclusive corte de 20% no orçamento regular da Secretaria da ONU, devem continuar. A medida resultou em demissões, congelamento de contratações e redução de viagens de funcionários.

O embaixador destacou que os EUA defenderão medidas de contenção de custos, como ampliar o trabalho remoto, uso de IA para tradução e realocação de pessoal para fora de Nova York e Genebra, onde fica o quartel-general da ONU.

Diversas agências já anunciaram mudanças de quadro, com relocação de funcionários para locais com custos menores. A visita de Waltz ocorre durante dois dias e envolve encontros com representantes de várias entidades da ONU, incluindo o Unhcr, que enfrenta cortes orçamentários significativos.

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